quinta-feira, 1 de setembro de 2016

BUFALO - Pareidolia






































Minha primeira impressão com a faixa de abertura é excelente: a tecelagem do caos através da obscuridade na forma de arranques e passagens frenéticas. O álbum inteiro engolfa o ouvinte a sensação de frustração mental, que de alguma loucura você pode ter sido diagnosticado com que você deixe toda sua raiva, tristeza e medo para fora de seu corpo. A intensidade é carregada por toda parte e, quando se diminui o seu ritmo, não soa com força melódica. A atmosfera da guitarra frenética dança ao redor em dissonância independentemente do ritmo. Os vocais são tão penetrantes como a angustia do dia a dia, puxando um discurso critico, que sempre acertar o alvo nas costas de uma sociedade distópica. A bateria é um cenário coerente em um algoritmo impressionante e interessante.

Em ‘’Pareidolia’’, o Bufalo busca a fusão de suas emoções cruas e histórias cínicas para criar um disco que é por vezes demasiado honesto ​,no entanto, ainda cheio de esperança. O álbum é preenchido com as desventuras vividas e transmite a fusão dos obstáculos que é preciso para chegar a um ponto completamente coerente na vida. Se há uma coisa que a banda faz excepcionalmente bem, é como criar seu som de uma maneira que instigue os ouvintes a pensar sobre o que está ouvindo, enquanto incluindo variedade suficiente para permanecer relevante do início ao fim.

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