sexta-feira, 31 de julho de 2015

Maglore faz show de lançamento do álbum "III" no Auditório Ibirapuera dia 02 de agosto

Foto: Azevedo Lobo
A turnê de lançamento de III (Deck), do grupo baiano Maglore, aterrissa no Auditório Ibirapuera no dia 2 de agosto, domingo, às 19h. Canções que mesclam rock, MPB e pop, combinados com letras de apurado trabalho poético, são apresentadas pelo trio Teago Oliveira, na guitarra e voz, Felipe Dieder, na bateria e percussão, e o novo integrante Rodrigo Damatti, no baixo.

No show de lançamento, eles apresentam todo o repertório de III, bem como sucessos do segundo CD Vamos pra Rua. As participações especiais, que já são parcerias musicais consolidadas em shows e projetos anteriores, são o guitarrista da banda de indie rock Vanguart, Helio Flanders, com os seus teclado, guitarra, violão e voz, e Leonardo Marques, que pré-produziu o disco e faz parte de duas faixas, Tudo de Novo e O Sol chegou, com teclado, guitarra percussão e backing vocal.
  
O terceiro álbum de Maglore traz 11 músicas que chamam a atenção pela poesia das letras, compostas em sua maioria pelo guitarrista e cantor Teago. O baixista Rodrigo também colabora com composições, como Serena Noite e Tudo de Novo.Mantra, cujo videoclipe no Youtube já tem mais de 50 mil visualizações, é outro destaque pelo tratamento singelo e sensível que dá a questões introspectivas. Temáticas de amor também são frequentes, apresentadas com uma roupagem mais animada, como em Se Você Fosse Minha, ou nas românticas Dança Diferente e Aconteceu.

A entrada de Rodrigo no Maglore, bem como a saída do tecladista Léo Brandão, conferiu a formação de power trio ao grupo, trazendo novas possibilidades de instrumentação muito bem aproveitadas em III. Os arranjos garantem a coesão estética do disco, pré-produzido em um processo de imersão de duas semanas em uma fazenda no interior de São Paulo, e valorizam a simplicidade. As faixas foram gravadas ao vivo em fita de rolo, processo analógico que confere às músicas um tratamento diferenciado, escolha que reflete o cuidado artístico com o trabalho.

A banda Maglore surgiu em Salvador, em 2009, originalmente no formato de quarteto, com Léo Brandão no teclado e Nery Leal no baixo. Lançaram naquele ano o EP Cores ao Vento, e passaram a tocar em concursos e festivais baianos. O sucesso das canções levou à gravação do álbum Veroz, considerado uma revelação em 2011 pelo jornal O Globo e indicado ao Prêmio da Música Brasileira no ano seguinte. Os videoclipes de duas músicas de VerozA Sete Chaves e Demodê, entraram na programação dos canais MTV, Multishow e Play TV. O segundo projeto, Vamos pra Rua, foi lançado em 2013 e conta com participação especial de Carlinhos Brown e Wado.

Os integrantes da banda vieram para São Paulo em 2012, em busca da consolidação artística já alcançada na Bahia, e passaram a morar juntos, dando ao grupo uma unidade musical ainda mais rebuscada. Rodrigo, o novo integrante, adicionou ao trabalho desenhos melódicos no baixo, que chamam a atenção. “A entrada dele na banda foi muito natural, porque já tocava com o Felipe no Cerveja Café, que hoje não existe mais. Não o colocamos para suprir uma saída, ele praticamente já era da banda”, explica Teago. Sobre o disco novo, ele diz: “Escolhemos o nome III não só por ser o terceiro da nossa trajetória, mas também por termos nos tornado um trio. Passamos por um processo de transformação muito grande, e o número três tem uma relação cabalística com isso”.

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Madame Rrose Sélavy Estreia o videoclipe "Ela Foi Pra Marte"

Foto: Fernanda Abdo

Eis que sexto não é terço e Madame Rrose Sélavy reza como os sambistas. CARNAVAL DOS BICHOS, nono álbum da banda, em seu sexto ano desafiando os pudores alheios, vem para fazer o rei Momo fugir do trono. O deus da sátira, do sarcasmo, do culto ao prazer e ao entretenimento, do riso, da pilhéria, das críticas maliciosas é invocado para tirar o sossego dos homens.  Eletro frevo bossa punk pop experimental hardcore poderoso, cagando para a ganância que entorpece os sentidos, sonoridades que soam como selvagens travessuras. Sedução, psicopatia, erotismo e desilusão, todo dia é dia de frio na espinha. Absurdo e sensual, insano e dançante, exaltando a saudade, o amor cósmico e kármico, a banda instiga o tamanho da pândega para cantar que a vida é muito louca pra quem quer tanta coisa. Para ouvir em meio a confetes, serpentinas, lança-perfumes e foliões avenida afora.
  Assista o vídeo abaixo e faça o download do disco AQUI

terça-feira, 28 de julho de 2015

Ouça o primeiro single do novo disco de Fil and the Guitar Gun


Fil and The Guitar Gun é o projeto solo do músico e multi-instrumentista Filinto Fil, muito conhecido na cena brasileira por ter sido o guitarrista da extinta Borderlinerz, consagrada e queridinha banda de rock da cena paulistana há alguns anos. Também acompanhou a turnê de lançamento do Madrid, duo formado por Adriano Cintra e Marina Vello.

Em 2013 lançou o primeiro disco chamado "Living in the Old West", que é um disco instrumental de Faroeste/Western. O novo disco terá nove músicas, segue a mesma linha do primeiro, todo instrumental e diretamente influenciado pelos filmes italianos de faroeste dos anos 60 e 70, além de contar com algumas participações especiais que logo serão anunciadas! Confira abaixo o primeiro single de Fort Bravo.

Vespas Mandarinas lança compacto no TEX Redneck Bar dia 30 de julho


Desde o lançamento de seu primeiro álbum, “Animal Nacional” (Deck / 2013), o grupo paulista Vespas Mandarinas não parou. Eles têm rodado o Brasil com seu show, lançaram, ainda, um DVD ao vivo e a versão em vinil de “Animal Nacional”. Recentemente, chegou às lojas o compacto em vinil, “o o v o e n j a u l a d o”, pela Polysom, com duas faixas inéditas. Na próxima quinta, 30 de julho, eles fazem o show de lançamento desse trabalho em São Paulo, no TEX Redneck Bar.

O compacto traz no lado A, a versão em inglês da música “Um Homem Sem Qualidades” (“A Man Without Qualities”), que traz a participação especialíssima de Mark Arm, vocalista e guitarrista do Mudhoney, um dos pioneiros do grunge dos anos 90. O baixo é executado por Lee Marcucci, um dos membros fundadores da banda Tutti Frutti. O lado B, “Estrada Escura”, é uma canção escrita nos anos 1990 por Taciana Barros e Michel Kuaker. A música traz um toque da psicodelia brasileira da década de 60 com um ar contemporâneo.

Além dessas, no repertório do show estão as músicas de “Animal Nacional”, entre elas os sucessos “Cobra de Vidro”, “Não Sei o que Fazer Comigo”, “Santa Sampa”, “O Herói Devolvido” e “Um Homem Sem Qualidades”, já cantadas em coro por onde passam. E, ainda, apresentarem a inédita “Questão de Ordem” e fazem releituras de “Acrilic on Canvas”, da Legião Urbana, e “Pânico e Solidão” e “Nesse Deserto”, da banda Cabine C.

A banda, formada por Thadeu Meneghini (baixo e voz), Chuck Hipolitho (guitarra e voz) e André Déa (bateria), conta com as participações do compositor/guitarrista Nevilton e do guitarrista Estevan Sinkovitz, da banda Marrero.

Serviço
Show: Vespas Mandarinas - Lançamento do Compacto "o o v o e n j a u l a d o" 
Local: TEX Redneck Bar
Endereço: Rua Augusta, 1053  - São Paulo/SP
Data: 30 de julho (quinta-feira)
Horário: 23h 
Ingressos: R$30,00 (A entrada na casa é gratuita, mas para assistir ao show é necessária a compra do ingresso).
Venda de Ingressos somente no local e no dia do show
Informações: (11) 99479-4409 / http://texbar.com.br
Censura: 18 anos

segunda-feira, 27 de julho de 2015

As três faixas apresentam uma mudança em relação a “Fight For Your Right (To Samba)”, de 2014, primeiro álbum.


A Amsteradio começou em 2010 como uma banda de amigos de colégio. Os primeiros EPs, repletos de letras com referências ao underground carioca (“De Novo no Fornalha”, “Cansei de Menina Indie”), serviram de base para “Fight For Your Right (To Samba)”, primeiro disco cheio, que saiu em 2014 com exclusividade pelo extinto Lizt Blog e recebeu resenhas positivas na internet.

Na primeira faixa, “Pedante”, a banda mostra a influência de grupos recentes de noise pop, como Yuck e The Pains of Being Pure at Heart, enquanto “Palinopsia” explora um campo mais experimental. A terceira faixa é uma versão demo, totalmente caseira, de “Pedante”, gravada no quarto de Gabriel Franco (letrista, guitarrista e vocalista).

Para promover o lançamento do novo single, a banda tocará na Audio Rebel, Rio de Janeiro, dia 31 de julho.

Ouça o single logo abaixo e faça o download gratuito AQUI 

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Leo Cavalcanti lança o clipe de Inversão do Mal‏


Para aqueles que aguardavam, a espera chegou ao fim: Leo Cavalcanti lançou hoje o clipe da música Inversão do Mal, do disco Despertador, fruto de um bem sucedido financiamento colaborativo (realizado através da plataforma SIbite) que proporcionou ao artista gravar as imagens em uma reserva ecológica de Mata Atlântica no interior do estado do Rio de Janeiro.

O clipe propõe um mergulho contemplativo, ora para dentro de si e de seus medos, ora para a natureza ao seu redor. Idealizado pelas produtoras Bizu Filmes e Andaluz Audiovisual e dirigido por Marina Gante e Fabio Batista, tem em seu cerne de roteiro a jornada onírica da autodescoberta. “É um encontro com minhas sombras internas e também com suas forças complementares”, acrescenta o artista.

Músico e produtor Leo Scherer lança álbum solo


O músico e produtor Leo Scherer, está lançando o seu primeiro álbum solo, intitulado “Nostalgia”. O disco que contém 12 faixas e está sendo lançado pelo selo caxiense Mito Records, está disponível no soundcloud do músico e nas principais plataformas online: Itunes, Spotfy, Deezer, Rdio, entre outros.

Leo Scherer nasceu em Portão/RS, no entanto, atualmente vive em Ivoti/RS. Começou sua caminhada na música com a banda Vítria, mas foi com o projeto Maça de Newton que começou a ganhar reconhecimento na região dos sinos e da grande Porto-Alegre. Com a Maça de Newton, Scherer começou gravando todos os instrumentos de um compacto de sete músicas que ocasionalmente se tornou um álbum de 10 faixas. Fato esse, que consolidou algo paralelo em uma banda com dois discos já lançados. Como produtor, Leo Scherer já produziu Gênesis Araújo, seus discos com a Maçã de Newton e também o próprio “Nostalgia”. Recentemente, o mesmo iniciou a produção de um EP com a Borduna, banda de Caxias do Sul.

O “Nostalgia” carrega consigo quase que uma autobiografia musical de Scherer, um conglomerado de todas as suas experiências no meio. Nas composições Scherer contou com a parceria de Sophia Jabs em três canções, explorando também influências como Red Hot Chili Peppers, David Bowie, Nirvana, Pink Floyd, entre outros. Sem falar na referência estética do produtor Butch Vig, que segundo ele, tem facilidade em transformar músicas pesadas e rockeiras em algo mais Pop, sem desvirtuar a ideia inicial da banda, um verdadeiro hitmaker.

Curiosamente a capa desse álbum contém os óculos do próprio músico, que foram quebrados em um abraço com um amigo antigo, depois de não vê-lo por um tempo. De acordo com Scherer, esse momento foi digno de representar a nostalgia de voltar à cidade natal e rever pessoas amigas.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Betterman estreia “HBB Live Sessions”‏


Nesta segunda-feira (20) a Hearts Bleed Blue (HBB) disponibilizou o primeiro dos vídeos que fará parte da série “HBB Live Sessions”. A proposta do novo projeto é compartilhar com o público alguns dos pocket shows que acontecem no escritório da gravadora.

A banda de Jundiaí/SP Betterman, formada em 2011, foi a responsável por estrear o “HBB Live Sessions”. Through These Ears, Unsimulated Acts e Sisyphus Boulder foram as músicas escolhidas para compor o vídeo com pouco mais de dez minutos dirigido por Tinho Souza. As três canções fazem parte do álbum Panta Rhei lançado em 2014 pela HBB.

Em março deste ano, o videoclipe de Unsimulated Acts levou o prêmio em duas categorias no Festival de Clipes e Bandas realizado no Museu da Imagem e do Som (MIS) em São Paulo: “Menção honrosa para videoclipe de música própria” e “Prêmio do Patrocinador para videoclipe de música própria”.

Vespas Mandarinas disponibiliza na internet música com participação de Mark Arm do Mudhoney‏


Vocalista e guitarrista do Mudhoney, Mark Arm é considerado um dos pioneiros do movimento grunge dos anos 90. Ainda em plena atividade, o músico americano arrasta legiões de fãs pelo mundo todo. E a banda paulista Vespas Mandarinas teve a honra de ter a participação desse grande nome em uma das faixas de seu primeiro álbum, “Animal Nacional” (Deck 2013). O registro, feito há alguns anos, só agora chega ao público, por streaming no Youtube  e no compacto em vinil “o o v o e n j a u l a d o" (Polysom).

De autoria do vocalista e guitarrista Thadeu Meneghini, a música “Um Homem Sem Qualidades” é um dos grandes destaques da carreira do grupo. A versão em inglês (“A Man Without Qualities”) foi feita pelo parceiro Adalberto Rabelo Filho pouco antes do show de estreia do Vespas, uma apresentação abrindo para o Mudhoney, muito antes do lançamento de “Animal Nacional”. Na época, o grupo aproveitou a oportunidade e convidou o vocalista da banda para gravar o vocal. Para o compacto, eles resgataram esse áudio, assim como o do baixo executado por Lee Marcucci e, com uma base totalmente revigorada, lançam pela primeira vez esta versão totalmente exclusiva da música.

No compacto em vinil também está “Estrada Escura”, de autoria de Taciana Barros e Michel Kuaker. A música, gravada no estúdio Wah Wah, traz um toque da psicodelia brasileira da década de 60 com um ar contemporâneo.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Viagem interestelar: BIKE lança seu “1943” na íntegra

Foto: Cassio Cricor 

Agora é oficial: a banda BIKE se atira às investidas psicodélicas de Julito Cavalcante (também baixista do Macaco Bong) no lançamento do disco “1943”. O álbum, que integra o catálogo do selo Honey Bomb Records, será apresentado em show na Neu Club (São Paulo), no dia 25/7. Haverá vendas do disco físico em CD no dia da apresentação.

O projeto é fruto das experiências de Julito com alucinógenos e traz referências de Dr. Albert Hoffman, criador do LSD, da cosmologia de Carl Sagan e das teorias dos Deuses Astronautas de Erich von Daniken. A mistura remete a bandas como Pond, Greatful Dead, Walter Franco e Jards Macalé. “Ou pode ser um passeio entre o ‘Verão do Amor’, do Greatful Dead, e o obscuro psych britânico de ‘Piper at Gates Dawn’, do Pink Floyd”, explica o artista.

O álbum foi produzido por Julito e mixado por Taian Cavalca no estúdio MonoMono, em São Paulo. A masterização foi feita por Rob Grant, que assina as masters de bandas como Tame Impala, Pond, Death Cab for Cutie e Melody’s Echo Chamber, no Poons Head Studio em Perth (Austrália). Como produto, ondas sonoras e distorções que derrubam qualquer barreira ou vínculo com o terreno, o mundano.“Se você não crê que existem ondas cerebrais, vai perceber a falta que elas fazem quando são tomadas pela inebriante mistura sonora que tira teus pés do chão e te deixa anestesiado”. Isso é ‘1943’’.

Compondo o clima transcendental foi montada a BIKE, banda que acompanhará o músico durante os shows. Formada por Diego Xavier (guitarra e voz), Gustavo Athayde (bateria e voz), Hafa Bulleto (baixo e voz) e Julito Cavalcante (guitarra e voz). Confira a performance ao vivo no show da Neu e, antes disso, conheça o disco logo abaixo. Turn on, tune in… e drop Out.

SERVIÇO
BIKE
25/07 (sábado)
Neu Club - SP
Rua Germaine Buchard, 421
GRÁTIS
22h

Leo Cavalcanti convida Xênia França e Marcelo Pretto para show de lançamento do clipe Inversão do Mal‏


Para aqueles que aguardavam, a espera chegou ao fim: na noite de hoje, quarta-feiraLeo Cavalcanti vai apresentar com exclusividade o clipe da música Inversão do Mal (do disco Despertador), no Centro Cultural Rio Verde - São Paulo. O cantor, compositor e produtor musical fará ainda apresentação solo em atmosfera que remete à trajetória do clipe, onde elementos da natureza se combinam a outros, urbanos e contemporâneos, com direito a projeções, cores e canções de seus dois discos, Religar e Despertador, além de novas composições. A partir do dia seguinte, 23, o clipe ficará disponível na web através da plataforma VEVO.

Fruto de um bem sucedido financiamento colaborativo que proporcionou ao artista gravar as imagens em uma reserva ecológica de Mata Atlântica no interior do estado do Rio de Janeiro, o clipe propõe um mergulho contemplativo, ora para dentro de si e de seus medos, ora para a natureza ao seu redor. Idealizado pelas produtoras Bizu Filmes e Andaluz Audiovisual e dirigido por Marina Gante e Fabio Batista, tem em seu cerne de roteiro a jornada onírica da autodescoberta. “É um encontro com minhas sombras internas e também com suas forças complementares”, acrescenta o artista.

Leo Cavalcanti apresentará um espetáculo especialmente montado para o lançamento do clipe, reunindo o repertório de Religar (2010) e Despertador (2014), músicas novas e projeções surrealistas de Cecília Luchesi (que já trabalhou com nomes como o de Tulipa Ruiz). Os temas abordados no Show Inversão do Mal se comunicam diretamente com o video, com alto teor meditativo e imagético. O músico recebe ainda dois convidados especiais: Marcelo Pretto  da banda Barbatuques, e Xênia França  do grupo Aláfia. Após a performance, Leo voa para a Europa, onde promove shows em Lisboa e na Ilha da Madeira. 

Assista o Teaser AQUI 
SERVIÇO:
Evento: Show Inversão do Mal - lançamento do clipe
Data: 22/07 – quarta-feira – 20h30
Local: Centro Cultural Rio Verde
  • Rua Belmiro Braga, 119 São Paulo
  • Telefone: (11) 3034-5703
Ingressos: R$ 20,00

domingo, 19 de julho de 2015

Sonic Youth ganha tributo com versões cativantes


Ícone da música e da cultura alternativa norte-americana, não por causa do sentimento da internet que se apropriou sobre a decadente cultura dos anos 90, mas porque o legado de uma banda como o Sonic Youth se apresenta mais orgânico do que qualquer outra coisa. Soa diferente o suficiente para novos ouvintes e assumi canções como ''Teenage Riot'' ou "Youth Against Fascim".

Será que é porque caras como Lee Ranaldo e Thurston Moore de alguma forma conseguiram manter-se frescos dentro dos limites da mudança indústria da música? Ou talvez porque a sua originalidade é simplesmente impossível de imitar? Seja o que for não há nada parecido com isso.

De forma ousada, criativa e sincera, o selo brasileiro  The Blog That Celebrates Itself Records lançou um tributo intitulado ‘’Kill Your Idols – A Brazilian Tribute to Sonic Youth ‘’, que incluiu a linha incrível de nomes como Loomer, Lava Divers, Diaz e Travelling Wave.  Ouça abaixo e faça o download AQUI 

sábado, 18 de julho de 2015

Entrevista - A busca por um som de bases experimentais do KOOGU


Composto por dois membros do Calistoga, Henrique Geladeira e Gustavo Rocha, juntamente com Daniel Garça, compõem o trio experimental KOOGU.  Depois de umas Jam Sessions e passagens por vários festivais em Natal, o projeto finalmente reuniu material suficiente para um EP. Não cometa o erro de pensar que À Espera da Chuva é apenas um registro raso de três faixas dominadas por loops saltitantes. É um EP experimental, com certeza, mas é também um bem trabalhado, off-beat-first-record  que, quando bem combinado com o instrumental catártico e o experimentalismo sonoro e visual , torna-se uma obra com um desempenho que é tão hipnotizante, reflexivo, e nostálgico como a música que caminha por si só. À Espera da Chuva é complexo, divertido, cativante, corajoso e original. Confira a entrevista logo abaixo.

Qual a história do KOOGU? E o que esse nome quer dizer?

A banda começou com o fim de outra banda (Calistoga) que tinha com meu irmão Gustavo, a gente queria continuar tocando juntos então fomos buscar pessoas com alguma afinidade musical para entrar no projeto, logo achamos Daniel Garça que eu tinha tido uma experiência  bem legal com ele em estúdio quando produzi duas musicas de Simona Talma solo, com ele tocando bateria. Convidamos,  ele topou e hoje não consigo imaginar outro baterista melhor pra esse projeto. Koogu é uma referencia a Psilocibina que pode ser encontrada em cogumelos, que chamados carinhosamente de cogu, os dois “o” na verdade é um símbolo de infinito (∞) com relação a nossa experiência com loops, repetição, na percepção de onde começa e termina algo, o infinito como possibilidade.

A banda é um trio. Qual o histórico de cada um na música e o que cada um toca?

Todos nós já tocamos em vários projetos autorais em um pouco mais de 10 anos, vou citar só alguns pra não ficar chato. hehe Eu e Gustavo tivemos o Calistoga enquanto Daniel tocava no Lunares, bandas que nas suas épocas de existências foram bastante expressivas, principalmente aqui na cidade. Gustavo atualmente toca também no Son Of a Wicth, eu atualmente toco no Zurdo, acompanho alguns artistas que gravo ou produzo esporadicamente e também toco no TalmaeGadelha que Daniel também faz parte. Daniel hoje além do Koogu e TalmaeGadelha, faz um tributo ao Raul Seixas e tá começando um projeto solo.

O que cada um toca no Koogu:

Henrique: Guitarra, Sintetizador e Órgão
Gustavo: Baixo e Sampler
Daniel: Bateria e Drum Pad

Como você descreveria a música da banda? Como vocês definem esse som, o que é a sonoridade do KOOGU?

Não existe uma sonoridade definida dentro da banda, a gente gosta de explorar principalmente o nunca não feito por nós mesmos e também nossas características adquiridas como instrumentistas. É tudo um experimento musical, a gente monta tudo, cria um loop, vai tocando em cima e procurando coisas que façam sentido em timbres, brincando com o tempo, passagens, camadas… deve ser mais no sentido de causar sensações do que estar dentro de um estilo ou definição.

Qual a dificuldade de uma banda com o estilo de vocês para atingir novos ouvidos?

São os mesmo de qualquer banda independente no Brasil, eu creio que nosso som não tem muitas barreiras para novos ouvidos. A questão é como chegar neles, acredito que pegar a estrada e se jogar é a melhor opção para criar novos públicos.

O quão importante é a internet e as mídias sociais para a banda, e o quão importante é a internet para promover as bandas hoje em dia?

A internet é a base de tudo, acho que não existe nenhuma banda que pense em carreira e não invista na divulgação dentro da internet. Acreditamos na importância dela e tentamos usar ela da melhor maneira para acrescentar. 

Quais bandas que vocês ouvem que mais influenciaram a concepção do EP?

Não saberia dizer, nós escutamos de tudo e nem só de bandas a gente se influencia, no nosso dia a dia às vezes tem mais inspiração pra criação do que algum disco que escutamos.

Sabemos que vocês são membros de outras bandas, como Calistoga, Zurdo Zurdo, Son of a Witch. Como é o contato com os outros membros? Vocês trocam ideais, músicas, criam juntos ou cada um no seu quadrado?

Como todo mundo é próximo acaba sendo normal alguma pessoa participar de um disco de outra banda, seja tocando, gravando, fazendo jams, produzindo, emprestando instrumento, fazendo a arte, vídeo e etc.

Fale sobre o EP... Como foi o processo de composição? A ideia inicial sempre foi lançar um EP de três faixas?

Todas as musicas foram feitas começando de um loop que eu fazia em casa, mostrava pro pessoal no estúdio e começávamos a trabalhar nele e assim foram surgindo.  A ideia era lançar algo para apresentar ao publico, já que a banda era nova e já estava aparecendo shows, quando terminamos a terceira musica sentimos que já seria suficiente pra consegui mostrar a cara da banda, gravamos e estamos aqui.
  
Em tempos de retorno e celebração ao vinil, algumas bandas estão apostando nesse formato físico em K-7. Como surgiu a proposta de fazer esse lançamento no peculiar e analógico demo tapes?

A gente estava terminando os áudios do EP e decidindo qual formato físico lançar, quando a Catamaram veio com a possibilidade de fazer as K-7, compramos a ideia na hora, apesar de algumas pessoas acharem ruim por nem sempre não ter onde tocar, acreditamos mais no K-7 do que no CD por exemplo, já que a fitinha é um souvenir bem mais legal hehehe.

Em um mundo em que as gravadoras têm cada vez menos importância e, mesmo no mercado independente, os artistas podem se lançar a partir de redes como o Bandcamp, qual o peso de um selo independente como o Catamaran Discos?

A Catamaram é duas pessoas e uma delas é o Gustavo, baixista da banda. O selo nos possibilitou fazer o K7, ajudando na prensagem e fazendo todo o corre burocrático pra mandar fazer. Além de ficar na frente da distribuição delas. A linguagem dos novos selos independentes tem o pé no chão, então como o dialogo é fácil e é um trabalho em conjunto, acreditamos e seguimos enquanto houver vantagem mutua.

Ouvindo o EP, percebe-se que a marca forte é o experimentalismo. Estou certa?

Sim, já que tudo ali foi feito na base de experimentar possibilidades de diálogos com equipamentos que nunca tínhamos usado ou sintonizados juntos pra trabalhar em cima de uma nova linguagem.

Como tem sido a recepção do público ao EP?

Por enquanto fizemos poucos shows e só dentro de Natal, por sorte sempre tocamos em festas que foram muito legais e a recepção sempre foi muito boa.  No virtual tem sido bem legal também, aos poucos vão aparecendo pessoas de todas as partes consumindo a até divulgando.

Como é a cena independente no Rio Grande do Norte?

Cada dia cresce mais e consequentemente exporta mais, hoje em dia qualquer festival no Brasil, grande ou pequeno, tem uma banda do RN e isso é reflexo do que tá acontecendo aqui. Muita gente envolvida construindo aos pouquinhos espaços e vitrines para nossa musica.

Quais bandas vocês indicam para o blog?

Vamos falar de algumas bandas do RN:  Igapó de almas, Fukai, Mahmed, Dusouto, Monster Coyote, Catarro, Tesla Orquestra…

Quais os planos futuros do KOOGU?

Agora estamos fechando a data do lançamento do k7 em Natal e depois pegar o carro e ir pra estrada, no meio desse processo sempre estamos compondo também, queremos mostrar algo no áudio visual, sempre em movimento como banda.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Apicultores Clandestinos lançam disco novo

Foto: Tiago Amado 
Não é terrivelmente incomum encontrar bandas interessantes ao redor do mundo DIY, mas para ser honesto, Apicultores Clandestinos é uma das bandas mais loucas que eu ouvi nos últimos tempos. Eles são simpatizantes do “faça você mesmo”. Fazem um som que une surf music, punk e garage rock psicodélico, com ruídos e improvisos. E vez por outra distribuem pacotes de mel durante o show.

É muito insano descrever ‘’Astronauta do Campo’’, com uma mistura eclética de gêneros e estilos. "A ansiedade matemática de cada música" explode na mistura após a primeira faixa, percorrendo uma enxurrada de acordes fortemente distorcidos antes de mudar as engrenagens quase instantaneamente movem-se em uma onda excêntrica de reverb, psicodelia rasteira, efeitos de coros exagerados.

São 11 músicas – como a já conhecida Fui Abduzido – no álbum gravado e produzido no estudio Ouié Tohosound, em Florianópolis, em parceria com o produtor Martin Misenta. O material foi masterizado no Golden Mastering, na Califórnia (Estados Unidos). Algumas das faixas são composições próprias, outras são parcerias com a banda Betonera 120L e Apicultor Ramires e há também uma introdução retirada de uma música de Chuck Violence.

Embora individualmente, todas as músicas são fantasticamente lindas e muito bem produzidas. O disco não soa como um álbum, mas uma longa coleção de diferentes ideias e estilos em uma assinatura sonora aprimorada. Se você estiver procurando um território mais experimental, mas ainda quer algo um pouco acessível, não procure além de nossos amigos Clandestinos. É honestamente algo que você tem que ouvir para entender o que quero dizer.

Ouça: ''Campo dos Sonhos'', Gaax (2015)


Um ano após lançar EXPerimental Gospel Sessions, disco de estreia em que Felipe Oliveira gravou quase tudo sozinho em casa, o Gaax retorna como power trio, contando com João Casaes no baixo e Lê Almeida na bateria. Segundo álbum da banda, Campo dos Sonhos esbanja delicadeza e vitalidade em canções sentimentais que versam sobre desilusões com o mundo e desventuras amorosas, seja narrando cenas cotidianas ou se perdendo em paisagens metafóricas.

Felipe externa suas angústias em 14 faixas que beiram os dois minutos e alternam entre vibes que vão de serenidade turbulenta (Frio) a lamentos viscerais (Convite). Condensando melancolia e explosão de vigor, a candidata a hit Mega Boy materializa um sentimento de solidão dominical recorrente nas criaturas mais jovens da espécie humana. Seu refrão de guitarras distorcidas é tão melódico quanto sincero: “se confiar em mim, prometo não desapontar / não sou um amigo trivial / eu sonho em ser feliz em pesadelos diários / você acha que eu vou me dar mal”. Não confie em alguém que não se identificar com os versos desse pulsante Campo dos Sonhos.

O disco foi totalmente gravado no Escritório, o quartel general da Transfusão Noise Records, localizado no centro do Rio. A produção ficou por conta de Lê Almeida e João Casaes, que também cuidou da masterização. A capa é assinada por Jorge Polo. Lançado pelos selos Transfusão Noise Records e Pug RecordsCampo dos Sonhos está disponível nos formatos CD e K7.

Aceitar Perdão é o novo clipe da Sound Bullet























No último dia 09/07, a banda carioca Sound Bullet apresentou seu segundo videoclipe, Aceitar Perdão. A faixa escolhida é a primeira de seu EP de estreia “Ninguém Está Sozinho”, lançado em 2013 e produzido por Diogo Strausz (R.Sigma, Castello Branco, Alice Caymmi).

O videoclipe, gravado no Rio de Janeiro, foi realizado em parceria com a Camaleão Produções, responsável anteriormente pelo clipe “Que Isso Menina” dos djs austríacos Pilots On Dope e do cantor Wilson Simoninha.

Formada em 2009, por Guilherme (voz e guitarra), Fred (baixo e voz), Henrique (guitarra) e Pedro (bateria), a banda traz influências diversas que vão do post punk britânico até mesmo ao math rock.

O EP está disponível para download gratuito AQUI 

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Valsa Binária lança segundo disco


Em 2011, quando lançou o CD homônimo “Valsa Binária”, a banda Valsa Binária, hoje formada pelos músicos Danilo Derick (guitarra, teclados e variados), Leo Moraes (guitarra e voz), Rodrigo Valente (bateria) e Salomão Terra (baixo), mostrou que sua música tinha personalidade própria.

E até entrar em estúdio para gravar, em 2014, ‘’10’’, segundo álbum autoral que foi lançado agora em julho de 2015, os músicos transitaram por sonoridades que remetem a diversas vertentes da música popular contemporânea. A isso, somam-se um EP lançado em 2009, duas faixas na Coletânea ‘Membrana Música’ no ano seguinte, além de mais uma faixa na Coletânea ‘Música Minas’ em 2012. Formada em 2008, a banda é um dos destaques da atual (e efervescente) cena musical independente de Minas e, não por acaso, está frequentemente na programação de alguns dos mais importantes festivais do estado.

10, novo trabalho da Valsa Binária, propõe um mergulho em uma sonoridade inventiva, tão versátil quanto seus próprios integrantes. As dez faixas, todas inéditas, não seguem diretrizes estilísticas ou objetivos concretos, bom estímulo para ouvintes atentos que terão arsenal para desvendar camadas sonoras a cada audição.

Por outro lado, 10 é também um disco de canções. Melodias aparentemente despretensiosas são apoiadas por arranjos inusitados, por vezes estranhos, que são a roupagem das letras que vão da delicadeza profunda ao sarcasmo escrachado. Aqui, as surpresas se sucedem de modo a não dar tempo para o ouvinte se acomodar. É, portanto, um disco a ser desvelado com atenção e curiosidade.

Faixa a faixa do disco:

1. Receita
A abertura do álbum é essa música dançante e irreverente. De forma irônica e sarcástica a canção explicita e ridiculariza as pressões sociais sofridas pelas mulheres em uma sociedade cada vez mais influenciada por padrões estéticos e comportamentais inatingíveis. “Receita” foi também a primeira música criada e arranjada por essa formação da banda.
2. Céu de Abril
Tendo sido lançada anteriormente como single, essa é possivelmente a música que melhor sintetize o espírito desse álbum. A bela melodia, e a roupagem densa dos arranjos, dão à canção uma atmosfera luminosa, mas ao mesmo tempo solene. A letra trata da insignificância humana perante o tempo cósmico, e do que podemos fazer para tentar conferir algum significado à nossa breve existência.
3. Dona de Si
Uma canção simples e direta, conduzida pelo piano, que trata da possibilidade inesgotável de recomeços, mesmo quando tudo parece perdido. Narrada na terceira pessoa, conta a história de uma mulher que tem a vida virada de cabeça para baixo, mas que encontra forças pra se reinventar.
4. Melhor Que Sou
O ambiente grave e soturno dessa canção com sotaque de bolero dá o tom da narrativa de “Melhor Que Sou”. A importância de sermos valorizados por alguém é tratada com seriedade, com contornos de salvação.
5. Vou Correndo
A melodia e os timbres dessa canção remetem ao iê iê iê da jovem guarda, mas encontram um contraponto na estranheza do ritmo imposto pela bateria e pelo baixo. A contradição da música se conecta à letra, que fala sobre o conflito entre as obrigações cotidianas e as necessidades da alma.
6. A Esquina
Esse folk, cantado por Danilo Derick, lida com a contraposição entre a necessidade de trabalho para subsistência e a importância de momentos de transcendência. O tema, recorrente ao longo das canções do álbum, é tratado aqui de forma conciliatória. Instrumentalmente a faixa é marcada por um interlúdio instrumental que aponta para uma direção nova no atual momento da banda.
7. Quis
Mais uma vez aparece o lado irreverente da banda nesse rock de guitarras sujas e distorcidas. Em tom acusatório a letra demarca a divisória entre os que pensam de forma coletiva, voltada para o bem estar, e os que pensam de forma individualista, voltada para o ego e o ganho pessoal. O coral no refrão traz à tona o humor característico do Valsa Binária e quebra o tom panfletário do discurso.
8. Desinventar
A grande e grata surpresa para a banda, “Desinventar” foi praticamente criada durante a gravação. O groove foi gravado, e os arranjos, melodia e letra foram sendo construídos a partir daí. A progressão ritmica e melódica, com uma cama de sintetizadores, cria uma atmosfera lounge, interrompida por interlúdios quebrados e com foco nas guitarras. A letra abstrata e non-sense contribui para o clima etéreo desta faixa.
9. Nuno Nu
A temática infantil desta canção é reforçada pelos timbres do banjo e glockenspiel, e o refrão quase onomatopéico torna “Nuno Nu” um chiclete. Sucesso entre os fãs mirins da banda.
10. O Palhaço
Assim como “Nuno Nu”, essa valsa tem uma sonoridade alegre e solar, mas a atmosfera circense é quebrada pela temática sombria da letra. Composta na época das mortes trágicas dos comediantes Robin Williams e Fausto Fanti a música trata da diferença entre a máscara mostrada ao mundo e o real sentimento oculto na alma humana.

O disco está disponibilizado para download gratuito AQUI 

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Chalk Outlines - Quarteto paulista lança single e vídeo multifacetado em Gold


O Chalk Outlines surgiu das cinzas da banda paulistana de hardcore H.E.R.O, que encerrou atividades em janeiro de 2013. Bruno Palma (vocal e guitarra), Eduardo Zampolo (baixo e vocal), Erick Barros (guitarra) e Samuel Malentacchi (bateria) agregaram outros ingredientes à musicalidade da extinta banda, como o guitar e o grunge, por exemplo. Foram essas referências que nortearam os primeiros ensaios, que logo deram origem às primeiras composições. O Chalk Outlines lançou em outubro de 2013 o single “Moving On”, que tem no lado B a faixa “The Sight”, e em fevereiro de 2014 o single “Candy Dirty”, tendo como lado B “Crash”. Ouça ‘’Gold’’, single e vídeo que acompanha o b-side “Wide Awake”



Leo Cavalcanti lança clipe de “Inversão do Mal” em atmosfera onírica


Para aqueles que aguardavam, a espera chegou ao fim: na noite de 22 de julho, uma quarta-feiraLeo Cavalcanti vai apresentar com exclusividade o clipe da música Inversão do Mal (do disco Despertador), no Centro Cultural Rio Verde - São Paulo. O cantor, compositor e produtor musical fará ainda apresentação solo em atmosfera que remete à trajetória do clipe, onde elementos da natureza se combinam a outros, urbanos e contemporâneos, com direito a projeções, cores e canções de seus dois discos, Religar e Despertador, além de novas composições.

Fruto de um bem sucedido financiamento colaborativo que proporcionou ao artista gravar as imagens em uma reserva ecológica de Mata Atlântica no interior do estado do Rio de Janeiro, o clipe propõe um mergulho contemplativo, ora para dentro de si e de seus medos, ora para a natureza ao seu redor. Idealizado pelas produtoras Bizu Filmes e Andaluz Audiovisual e dirigido por Marina Gante e Fabio Batista, tem em seu cerne de roteiro a jornada onírica da autodescoberta. “É um encontro com minhas sombras internas e também com suas forças complementares”, acrescenta o artista.


Leo Cavalcanti apresentará um espetáculo especialmente montado para o lançamento do clipe, reunindo o repertório de Religar (2010) e Despertador (2014), músicas novas e projeções surrealistas de Cecília Luchesi (que já trabalhou com nomes como o de Tulipa Ruiz). Os temas abordados no Show Inversão do Mal se comunicam diretamente com o vídeo, com alto teor meditativo e imagético. Uma noite para deixar a alma fluir. Após a performance, Leo voa para a Europa, onde promove shows em Lisboa e na Ilha da Madeira.

ASSISTA O TEASER 

http://www.leocavalcanti.com.br/  



SERVIÇO:
Evento: Show Inversão do Mal - lançamento do clipe
Data: 22/07 – quarta-feira – 20h30
Local: Centro Cultural Rio Verde

  • Rua Belmiro Braga, 119 São Paulo.
  • Telefone: (11) 3034-5703