sábado, 28 de fevereiro de 2015

Twelve Street - Banda de São Luis/MA lança seu primeiro Full length


Twelve Street é, antes de tudo, uma homenagem sincera ao som cheio de guitarras e melódico dos anos 90. Do punk rock do Bad Religion à classe melódica do Lemonheads, processando tudo nas distorções massivas da banda - tudo ali no alternative rock definido a mais ou menos vinte anos atrás.

 Mas a banda é também uma forma de extravasar as experiências dos amigos Pedro Moura (guitarra/vocal), André Carneiro (guitarra/vocal) Sérgio Ferreira (baixo) e Kiko Lisboa (bateria) nas suas aventuras pelo cenário musical de São Luís/MA.

 Após uma fase de pré-produção e algumas reformulações, a banda lançou no final de 2013 seu EP de estreia. Recentemente, lançaram seu primeiro álbum (Almost Twelve) após um período de quase oito meses de gestação (incluindo composições, pré-produção, gravações e demais processos), fortalecendo e dando maior coesão a um trabalho que já vem sendo realizado.

Diferente do primeiro EP, onde todas as faixas são assinadas pelo vocalista Pedro Moura, as composições contam com a participação de outros integrantes da banda como André Carneiro e Paulo Henrique Moraes, além de ter a colaboração de outros artistas como Laila Razzo, Ramon Pinheiro e Laís Cabral. O resultado conta com 12 canções, mais uma vez produzidas, mixadas e masterizadas por Alexandre Lourenço, responsável pelo Dr. Rock Studio.

A arte gráfica, fotografia, design do disco tem como responsável Kiko Lisboa.
Saca o Streaming e faça o Download
https://www.facebook.com/twelvestreetband
https://twelvestreet.bandcamp.com/ 

Better Leave Town - Sonoramente calmante e relaxante


"O mundo está cheio de muitas pessoas inquietas que precisam de descanso, é por isso que eu enchi minhas fitas de dormir com sons intrigantes, ruídos e outras coisas para ajudá-lo a ter uma boa noite de sono ... Sente-se, feche os olhos e adormeça. "

Vinda de Curitiba - PR, Better Leave Town transpira jatos de indefinições e sentimentos dos mais variados possíveis de serem expressos na música. Seu som jovem e ardente, cheio de referências ao Emo dos anos 90 é tomado por uma energia e carga emotiva generosa. Tudo combinado com guitarras limpas e um vocal melódico e sonolento.  Mais do que simplesmente a música, é uma progressão bem definida de uma banda, mesmo dentro dos limites sutis do som que fazem.


Criticamente, o novo trabalho da banda foi lançada em algum lugar entre as águas mornas e quentes, com versões anteriores. Muitas vezes, para assinalar a sua "reverb" e som "emo", a banda é, então, circunscrita aos mundos nebulosos que esse estilo invoca. Mas esses elementos, enquanto claramente presente, são secundários, mesmo transportando o ouvinte para verdadeiras qualidades que definem o disco. 

A sonoridade é contemplativa em um caloroso abraço do passado, e etéreo.
Suas letras muitas vezes incorporam essas descrições de propriedade de vida.
Olhando para as provas, é difícil argumentar: esta é a década que nos trouxe até o meio-dia da fusão, dez verões de disco, o aumento dos cosmonautas dub, primeiros sinais do ambiente, e a mordida silenciosa do punk. A música eletrônica deixou as academias e os gráficos da novidade e começou a infectar o rock e pop. Prog olhou para cima, New Age olhou para dentro, metal as profundidades - e os curitibanos lançaram um monte de grandes discos.

Mais do que tudo, porém, este foi o período Cambriano da música popular: um caldeirão a partir do qual novas formas vitais (emo, shoegaze, pós-punk) já estaria surgindo até o final da década. É uma era de combinações estranhas, de correspondências improváveis ​​e (fazer referência a um álbum no resumo) encontros casuais - alguns desastrosos, algumas muito auspiciosos, de fato. Better Leave Town está inserido nesse contexto da melhor forma ou da pior forma ainda não feita.

Impressiona a forma como a banda se mostra honesta nas canções imaginativas que eles escrevem, descrevem, soam, transmitem. Emo caseiro distorcido, melódico, estridente e com microfones autodestrutivos. Algo como  crooner pop 60s enterrado sob fuzz VHS com fuzz-rock cheio de final dos anos noventa.


sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Eu, Você e a Manga - Trilha sonora para embalar corações na hora do recreio

A banda Eu, Você e a Manga, formada no ano de 2011, na cidade de Volta Redonda/RJ lançou em 2013 seu mais novo EP, Equinócio. O disco conta com seis faixas inéditas cheias de amor, psicodelia e distorções. Possui atualmente cinco integrantes, Mariana Freitas (vocal/guitarra), Ton Pereira (synth/teclado/escaleta), Túlio Freitas (bateria), Maylson Pereira (guitarra/backing vocals) e Julio Victor (Baixo). Em turnê de lançamento, a banda já se apresentou ao lado de grandes nomes do cenário alternativo/independente, como as bandas El Efecto, Canto Cego, Quarto do L e Ventre passando por lugares como a Casa da Matriz, onde artistas como Letuce, Canastra, entre outros, já passaram.

O projeto que inicialmente contava apenas com dois integrantes, Mariana Freitas e Ton Pereira, tinha, segundo os músicos, "uma cara mais folk". O primeiro EP, MúsicaDesenhada, foi lançando no ano de 2012, quando ainda estavam engatinhando. Entre as três canções que ilustraram essa fase inicial, está o single "EuNão Sei Voar" que posteriormente ganhou um clipe e virou sucesso na web. Marcando a nova fase do grupo, o single "Sobre a Espera, a Linha do Tempoe o Presente", foi lançado no início de 2013. A partir daí a banda veio conquistando o cenário independente do interior do Rio e participando de projetos e feiras culturais pelas cidades de Volta Redonda, Resende, Niterói e outras e esta com o disco em fase de produção para 2015.

Eu, Você e a Manga, um jeito de aprender a voar.

Mariana Freitas - guitarra/voz
Túlio Freitas - Bateria
Júlio Victor- baixo
Maylson Pereira - Guitarra
Ton Pereira - teclado

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Signo XIII - Fata Morgana - 2015


Em 2012 a Signo XIII surgia. Inicialmente tendo Felipe Rodriguez cantando em português , gravando sozinho e mesclando influências do post punk, rock gótico e surf music.

Nesse ínterim foram lançados 2 EPs 'El verdugo y la vendetta-2012' e 'Espectros deferro-2013', participaram de algumas coletâneas dentro e fora do Brasil, split, compôs a trilha sonora do premiado filme 'Cidadão brazza' do diretor Péterson Paim , tocaram em importantes antros da música alternativa e passaram por algumas formações. Hoje a banda se desdobra como um trio contando com Felipe Rodriguez (guitarra e voz) Douglas almeida (baixo) Marcelo melo (bateria).


Foto: Luciana Ribeiro

No início de 2015 sai o terceiro EP da banda “Fata Morgana” já com a banda como um trio, formato que trouxe uma nova energia as músicas, estão envolvidos também numa iniciativa chamada F.O.D.A Pública (festa de ocupação dinâmica de área pública) cujo o mote é revitalizar locais públicos abandonados do Distrito Federal com cultura.







FATA MORGANA (2015) 
por Romário Carvalho

Fata Morgana é o terceiro EP lançado pela banda Signo XIII, completando uma trilogia iniciada no ano de 2012 quando foi lançado El Verdugo y La Vendetta. No ano de 2013 a Signo XIII lançara Espectros de Ferro, tendo sua tracklist na trilha sonora do filme Cidadão Brazza. O fato é que em três anos seguidos a Signo XIII lançou EP’s com firmeza e dedicação, disponibilizando gravações de músicas com temáticas um tanto emblemáticas e alcançando um senso apurado para suas melodias e linhas instrumentais hipnóticas.

O EP Fata Morgana, lançado em 2015, tende a personificar ainda mais o estilo da Signo XIII, ainda mais tratando do instrumental gravado. Além da guitarra, baixo e bateria, a banda usufruiu de violões, coros, caixinhas de fósforo, xilofone, teclado de criança e quexada. Com todos esses recursos utilizados pode-se afirmar que os rapazes dedicaram-se o suficiente para serem reconhecidos pelo trabalho recém-lançado. Pela primeira vez nota-se a gravação feita por um power trio, já que os anteriores foram gravados pelo vocalista e guitarrista Felipe Rodriguéz. Dessa vez, Douglas Almeida se aventurou nos vocais e na guitarra na versão da faixa Disorder, música de Joy Division que mantém sua relevância por ser um dos belos singles paridos pelo rock. Marcelo Melo gravou e arranjou a bateria em todas as faixas do EP, colocando simplicidade e personalidade de maneira a engrossar o caldo e dando novo pique para a banda.

A track list de Fata Morgana é iniciada com Tempo Rival, música com tempo em quatro por quatro com dinâmica e melodias, aspecto forte da Signo XIII que ousou ao incrementar riffs e batidas mosh’s ao final da faixa. Sua letra remete a influência do tempo exercida sobre o/a homem/mulher, e como o cotidiano pode ser rotineiro. A brasilidade da banda é introduzida na música Valentina, letra que conta a história do que aconteceu com um suposto casal na noite anterior. Dessa forma, nos versos “Peças íntimas espalhadas” e “Nas marcas em nossos corpos” e nos seguintes percebe-se um erotismo embutido que se faz presente no decorrer da canção.

A faixa seguinte, Setembro, mantém a temática do tempo que “muda a cor do jardim” e dos “dias que são preto e branco”. É como se houvesse uma fuga para o campo e a solidão urbana se faz mais forte nessa canção, aspectos presentes também no Arcadismo. Raphael foi composta em homenagem a um amigo falecido, carregada de sentimentos e melodias que pontuam a favor do espanto em grau de inspiração que seu autor propôs. Iniciada em graves e armada com riff’s em terças seguidas de dedilhados, a canção conduz a uma sensibilidade emergente para além do entretenimento.

Os rapazes da Signo XIII desenvolveram maturidade e musicalidade nas canções de Fata Morgana, mas não é por isso que deixaram de fazer músicas em três acordes, prova disso é a faixa Nuvens Vermelhas. Tendo como elementos fundamentais a simplicidade de arranjos combinada ao infalível rock’n’roll, desgarrada do mundo urbano e acometido do “bebendo para dormir e acordando para beber”. Outra que tem o mesmo seguimento é Dente de Ouro, pois se trata de um surf music, influência marcante na Signo XIII presente nos três EP’s já lançados, estando na mesma prateleira de Vendetta e Brazza nos trabalhos anteriores, Fabrício paçoca guitarrista da banda Os Gatunos (banda de surf music que tem em sua formação Felipe e Marcelo da Signo 13).

 Belvedere é uma daquelas músicas em que a gente fica tentando imaginar o que vai acontecer e como isso vai ocorrer. Iniciada com efeitos hipnóticos seguida de tambores para se dançar a vida com magia e viver os ritmos. Trata da infância e os desenhos feitos nessa fase até o esquecimento de uma habilidade com os desenhos. A Signo XIII também gravou outro clássico dos anos 1980, Tainted Love de Gloria Jones, foi colocada como faixa escondida. Teve sua versão bem idealizada e bem cantada por Felipe e participa no teclado Dennis 80´s fundador das bandas paulistas Segundo Inverno e Days Are Nights. 

Fata Morgana não se trata de um EP fabricado pela famigerada indústria fonográfica, e sim da finalização de uma trilogia embasada em um plano elaborado e “tematizado” de acordo com os dias atuais. Nesse sentido, nota-se que a Signo XIII segue para uma linha sonora excelente e simples, agregando valor histórico e agregando mais musicalidade à cena underground na qual participa. A capa e contra capa foi desenhada por Zakuro Ayoama que por sinal remete as ideias que também se faz presente nas letras das canções. Fata Morgana é lançado pelos selos Two Beers Or Not Two Beers Records, de Goiânia, e Lo Fi Noize Records que também lançou o split Suíno Homo Sapiens. O EP segue o seu próprio ritmo, a banda o conduz com energia e a totalidade é cultivada, assim, o efeito de fata Morgana é mais deslumbrante.

Confira abaixo o EP Fata Morgana e faça o Download AQUI



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Soundcloudhttp://bit.ly/17C4G78
Youtubehttp://bit.ly/1LMuNFx


sábado, 21 de fevereiro de 2015

Lançamento projeto musical - Lara & Jackpot Blues - Single: ''Strange World''


Há pouco mais de quatro anos no comando da guitarra da banda Delta Jam, de Caxias do Sul, Bruno Lara resolveu assumir seu lado mais cru. O projeto Lara & Jackpot Blues traz uma pegada mais agressiva às guitarras do jovem músico. Com grandes referências como Rory Gallagher e Jimi Hendrix, Lara e a dupla Guilherme Basso e Bruno Guimarães – bateria e baixo respectivamente – buscam criar uma sonoridade poderosa.



Seu primeiro single, de lançamento, intitulado Strange World, apresenta explicitamente a proposta da banda. Altas doses de guitarra e um vocal singular que recriam as overdoses de improvisos dos anos 70 com arranjos vocais atuais. A música, produzida, gravada e mixada por Boll3t e masterizada no famoso Abbey Road, em Londres, recebeu elogios do engenheiro de masterização do estúdio, Alex Wharton – reconhecido por masterizações de Radiohead, Coldplay e Beatles – que afirmou: é assim que se toca guitarra!

O projeto não se rotula apenas como blues uma vez que a vasta bagagem musical dos três músicos influi diretamente na criação das músicas e abrange desde rock n’ roll, jazz e funk. O que se pode esperar deste recente projeto são altos níveis de guitarra e canções tocadas com todo sentimento de um jovem guitarrista influenciado por Muddy Waters, Stevie Ray Vaughan, Hendrix, Gallagher, Bonamassa entre outros.

Sobre Bruno Lara:

Iniciou a vida musical aos 14 anos, aprendendo violão e guitarra. Aos 17 anos montou sua primeira banda cover de rock. Mais tarde, com o amadurecimento da banda e troca de poucos integrantes, formou-se a Delta Jam, banda de blues.
Com a Delta o guitarrista pôde tocar por todo Rio Grande do Sul e se apresentar duas vezes no Mississippi Delta Blues Festival, maior festival de blues da América Latina. Em ocasiões separadas participou de jam sessions com grandes nomes do blues nacional como Cristiano Crochemore, Luciano Leães, Fernando Noronha, Ale Ravanello, Décio Caetano, Leo Maier, Cristian Rigon entre diversos outros músicos.

Ouça abaixo o single ''Strange World''





Microndas - Um forte e insistente contratempo e uma melodia cativante


Microndas é uma banda que se estruturou em 2013 para expor ideias antigas de 4 amigos de São Bernardo do Campo – SP. Inspirados no rock alternativo que cresceram ouvindo nos anos 90, eles compõem, poetizam, gravam e produzem os próprios álbuns, que apresentam uma estética original e ao mesmo tempo reminiscente.
Sua formação traz Samurai no baixo, Fumaça na bateria e voz, César na guitarra e voz e Edson na voz e guitarra, todos oriundos de outras bandas independentes e autorais, que se encontraram pela identidade sonora e pela expressividade das letras do Microndas.



Microndas - por Edson, Maio de 2013.

Em dezembro de 2006 fui morar sozinho, num bairro afastado (Demarchi- SBC) do meu originário (pombal, Hollywood – SBC), ou seja, fiquei sem amigos. Optei por ficar também sem TV e sem micro durante esses três anos. Foi uma opção e uma experiência excelente. Eu fui fazendo uns sons para tirar uma onda da minha situação. Assim, o Microndas é um não projeto de banda, baseado na música que cresci ouvindo nos anos 90 e que me faziam companhia em dias de solidão. Fui tocando e escrevendo bem simples e lento (2007-2010), registrando num mp3 player. Num dos finais de semana em que eu visitava minha namorada na capital, descobri no micro dela um programinha que permitia gravar em faixas. Registrei uns 15 sons nesse estilo e fui fazendo outros novos, sem pretensão. Mas aquilo foi me incomodando depois de um tempo, eu precisava botar pra fora. Em maio de 2012, numa conversa informal no estúdio Bamboo, meu amigo Fumaça viu a possibilidade de gravarmos num horário ocioso de um outro estúdio sem custos. Valorizando o espontâneo, gravamos quase tudo de prima. Eu tocava o som na guitarra, o Fumaça desenvolvia uma batera e REC. Eram três sons por sessão, gravando na seguinte ordem: bateras, guitarras, voz, baixos. Como dependíamos da disponibilidade do estúdio, esse processo foi de julho a novembro, durante as manhãs, em dias de semana. Ficou faltando o baixo de dois sons e finalizar a mix em fone, já que o estúdio foi vendido. A partir das gravinas, achei interessante subir pra galera ouvir, só. Mas o Fumaça botou pilha pra tocarmos. Ele mostrou o som pra uns comparsas e o Samurai gostou da ideia de tocar baixo. Em 08 de março de 2013 me surpreendi ouvindo os sons ao vivo, durante o primeiro ensaio com a seguinte formação: Edson (guitarra e voz), Samurai (baixo), Fumaça (batera e voz). Hoje contamos também com o César na guitarra, que ouviu um pedacinho de alguns sons e também entro no barco. 

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Animais raros e trilíngues de Porto Alegre trazem um hardcore virtuoso aos moldes de Circle Jerks, Germs e Dead Kennedys.


Os Ornitorrincos descendem de uma linhagem de mamíferos que se desvinculou das demais e permaneceu com algumas das características dos répteis ancestrais dos primeiros mamíferos, ou seja, ele é um mix genético de diversas espécies e como ele se apresentou adaptado ao ambiente que o cercava, a Seleção Natural fez o seu serviço. Em outras palavras, podemos dizer que essa mistureba de genes permitiu que ele sobrevivesse ao meio em que se encontrava.



Seu habitat atual fica em Porto Alegre, sul do Brasil, vivendo em prédios e avenidas de asfalto e em suas proximidades. Cientistas supõem que se originou há cerca de 150 milhões de anos, perto da extinção dos dinossauros, mas as únicas provas que temos são do começo de 2002, quando quatro deles se reuniram para ensaiar algumas canções que originaram o cassete “Welt Politik, Sucrilhos e Refrigerantes”.



A Seleção Natural não faz milagres, pelo contrário: é ruim e implacável!
Qualquer ser vivo que não esteja adaptado ao ambiente em que vive acaba perecendo e para evitar isso este bando circulou durante dois anos tocando em alguns lugares com Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre e interior do Rio Grande do Sul.




Entre mudanças, idas e vindas foram lançados o split LP 12” com Pluto e um 5-way CD chamado "Conspiração Coração ao Contrário", um retrato cosmopolita e atual da cena hardcore/punk no Brasil.
Os Ornitorrincos demonstraram ser mais um dos atuais vencedores na corrida pela vida. Se eles continuarão assim, é outra história. Ninguém sabe quando e onde o clima irá mudar drasticamente nem qual a mutação ocorrerá nos animais.

Father Johh Misty encontra Shotgun Wives em um saloon do velho oeste


A Shotgun Wives é uma banda de Folk /Experimental /Alternativa de Goiânia – GO. Lançou em Maio de 2013 seu primeiro EP intitulado “Hail to The Lizard King” que teve uma ótima aceitação pelo público logo de cara (Destaque para a favorita do público “Draw”).                                                                                                                



O EP passeia pelas diversas temáticas que a banda se propõe a fazer, do folk enraizado e inspirado em lendas como Bob Dylan, Johnny Cash e Peter Paul and Mary ao lado mais experimental e ousado que lembra Modest Mouse, Libertines e Built To Spill. É como se o Velho Oeste fosse restabelecido em tempos modernos.
 Em resumo, pode-se dizer que Shotgun Wives é Trilha sonora para brigas de bar e festas na roça.

Além de Seu EP de estreia a banda lançou 2 singles: “Salt” com uma temática que te faz sentir em uma cabana abandonada em algum lugar de Mammoth County entre as areias do deserto americano. E “For The King” com uma vibe mais dançante que conta a trágica história da linha tênue entre o amor e o ódio de Jesse e Cocaine Bob.


Em seu ano de estreia a banda se manteve bastantes ocupada, participando do line-up de festivais de grande porte como: Vaca Amarela, Bananada, Grito Rock, Go Music 2013, Goiânia Noise, Música Consciente (Shotgun Wives + SILVA), Devassa Sessions, Skate Rock Sessions, Cerrado Criativo (TO), Paralelo sonoro, Fósforo Apresenta, All Ages. E também em casas renomadas do rock como Metrópolis (GO) Loop Estudio (GO), Diablo Pub (GO), Bar do Zé (SP), Puxadinho da Praça(SP).


quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Desventura - Massa de sons cercado por bases poluídas de distorção e desespero


Desventura é uma banda de emo/alternativo, fundada no inicio de 2013 na cidade de Uberlândia- MG. O quinteto faz um som misto de punk, shoegaze, emo, post-hardcore com letras em português, com grande carga emocional e pessoal.

Em setembro de 2013 lançam seu primeiro registro, uma demo com 5 sons, marcando sua estreia no cenário nacional com diversos shows pelo interior de Minas Gerais e são Paulo.

Logo no inicio de 2014 a banda entra na coletânea "The Gig Today is Here" do selo Hard Kiss,ao lado de varias bandas independentes do cenário nacional, e em dezembro do mesmo ano, após algumas mudanças na formação, lançam seu segundo EP intitulado "Lapso",com 3 músicas que marcam o amadurecimento e evolução musical da banda.

https://www.facebook.com/desventuraband 

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Ricardo Elétrico e Sujo


A banda com os maiores títulos de canções do underground nacional. Sim, isso mesmo. Me refiro aos baianos da Ricardo Elétrico e suas nuances ''noir'', da nova safra de bandas alternativas que resolveram sair da garagem e mostrar seu som. A sonoridade é bem encorpada, diferente e desafiante. As letras são cheias de histórias, animais exóticos, seres espaciais e outras coisinhas estranhas...


Tudo isso em 2012, a partir da dissolução de duas bandas anteriores: a Estranhos Seres Audiovisuais e a Miss Lexotan, as quais tinham como membro em comum Aniel Soares (Bateria), que posteriormente contatou Alon Graziliano (Ex-Baixista da Estranhos Seres Audiovisuais) e Lucas Nunes (Ex-Guitarrista da Miss Lexotan) com a finalidade de desenvolver um novo projeto autoral e divertido. 

''Somos bi curiosos nas casas dos 20 de candeias-BA, fazemos rock halterofilista porem, indie bom moço, pra sua mãe gostar e deixar casar. Nossas principais influências são Zumbi do Mato, UDR, Miles Daves, Mastodon e Jimi Hendrix''. 

Carne Doce - Assim como a música que era feita lá


Canções compostas à mesa, à cama. Da intimidade de um casal, Carne Doce é literalmente ardô em forma de prazer (se isso existe), o casal lançou seu primeiro álbum autointitulado composto por 10 faixas bem redondas e eficientes. A banda agora é um trio composto por  João Victor Santana (guitarra e sintetizador), Ricardo Machado (bateria) e Aderson Maia (baixo).


A atmosfera do disco é cheia de elementos nostálgicos, cercada por uma sonoridade intensa e com a voz delirante de Salma Jô e o lirismo das linhas de guitarra de Macloys Aquino. Cada faixa parece brincar com a interação aguda do ouvinte, tendo a sensação de que o grupo pensou em cada detalhe antes e depois, partindo do ambiente descompromissado e fértil do casal. 

Baixe o disco AQUI

Tonto - Aliança Hostil


E a Tonto lançou seu primeiro disco completo, com 10 faixas de um bom rock com ares poéticos nas letras que logo lembram  Violins. Comandada por Beto Cupertino, a Tonto apresenta em ''Aliança Hostil'', belas linhas instrumentais, letras densas, melancólicas e sufocantes e um gosto de não quero mais.

Fica claro a proposta de se desvincilhar dos tempos de  ''Direito de Ser Nada'', ''Grandes Infiéis'' ou mesmo ''Aurora Prisma'', sem sucesso. Um excelente álbum para os fãs da antiga banda e decepcionante para quem esperava algo diferente. Tonto continua soando como Violins.

Baixe o álbum no site da banda AQUI 

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Baderna sonora e lirica incomum



A Matilha S/A surgiu na metade do ano de 2014, mais precisamente em Agosto, e conta com os integrantes: Gustavo Henrique (vocais) Fernando Rivadavia (guitarra) Folha Leaf (baixista) e Lucas Henrique (baterista).

A banda possui influências das mais variadas vertentes, são perceptíveis grooves de Surf Music, Alternative Rock, Drum N' Bass, Stoner Rock e até mesmo de Ska e Jazz em suas músicas, o que deixa o grupo com um tempero sonoro no mínimo interessante e até mesmo inusual.

Os métodos de composições são no improviso, e posteriormente tudo é trabalhado para que a conversação das várias influências seja harmoniosa e assim fazendo as músicas terem uma caraceteristica propria da banda, que como dito anteriormente, sendo algo  inusitado, porém com caraceteristicas unicas que se entrelaçam de forma única e muito bem executada.

Foram lançadas duas demos em 2014, foram gravações de ensaio e pode-se notar a evolução que a banda passou entre os registros, em 2015 será lançado um EP com 7 músicas, com um material mesclado das duas primeiras demos e músicas inéditas.


Hollowood - Universo de quatro caras em plena desconstrução


Começou com o clássico “amigos de colegial que se juntam pra tocar uns hardcore”. Hoje, Dan (voz/guitarra), INSS (guitarra/voz), Renato (baixo/voz) e Kajiro (bateria) fazem músicas em que cabe hardcore, math rock, metal, pop, “indie”… Seja o que for, se for verdadeiro. Lançado em 2012 e intitulado “Zero”, o EP de estreia da banda paulistana passeia com naturalidade por diversos gêneros ao longo de suas 5 músicas, e vem com um “encarte” digital concebido a partir de ilustrações enviadas pelos ouvintes (e amigos). 





Ainda em 2012, a Hollowood passa a realizar de tempos em tempos o “Tune in the Brain”, evento em que convida outras bandas do cenário independente para tocarem juntas. Atualmente a banda trabalha no lançamento do Cd físico ''Zero'', pela Black Seagull Records e no Split ''Mónó'', junto com as bandas We are Piano, Blues Drive Monster, Chabad e Vapor.

Contato: bandahollowood@gmail.com

"Se nada der certo, azira!"


Banda independente no cenário gaúcho de Charqueadas, com bastante influência em batidas californianas como: Sublime, Reel Big Fish, Beach Boys, Pepper, Long Beach Dub Allstars, Rude Boys, The Dirty Heads. Seus integrantes procuram trazer ao público uma vibe positiva e uma forma de viver a vida sem a preocupação com a rotina da cidade.


Formada por Leonardo Haubert (Voz e Guitarra), Guilherme Bertollo (Guitarra e Voz), Pablo Dias (Baixo) e Maike Dias (Bateria), a banda vem no rolê louco de divulgar o  EP '' Curtindo a Brisa'', lançado no final de 2013 e o single ''Cheia de Marra'', lançado em 2014. 
http://www.bandaazira.com/
https://www.facebook.com/aziraoficial

Cantora Euterpe lança CD 'Batida Brasileira 2'‏


EUTERPE LANÇA CD BATIDA BRASILEIRA 2
Disco celebra o amor, o otimismo e a liberdade
e homenageia o Rio de Janeiro, Cesária Évora e Frida Kahlo


Por: Fabio Gomes/blog Som do Norte.

A cantora Euterpe inicia 2015 lançando o CD Batida Brasileira 2, o segundo de uma trilogia com a qual a artista promove a valorização da música popular brasileira, privilegiando o trabalho dos compositores da região Norte do Brasil. O novo CD foi escolhido como “Disco do Mês” de janeiro pelo blog Som do Norte.

Neste segundo disco, Euterpe se reafirma excelente intérprete, com timbre agradabilíssimo e afinação perfeita. Como compositora, expande as fronteiras de seu som, ao dialogar com o universo pop em músicas como “Alguém” e “Loura Linda” (ambas parcerias com Eliakin Rufino; a última remete ao Jorge Ben dos anos 1970, tanto por seu ritmo contagiante quanto pela letra em que uma mesma expressão inicia uma sequência de versos – o seu cabelo é ouro/ o seu cabelo é belo/ o seu cabelo é louro/ é lindo esse amarelo”). Outra composição com ritmo contagiante é o samba “Coração Campeão” (também parceria com Eliakin). Em “Fico com o presente”, a melodia pouco extensa exprime à perfeição a valorização do tempo presente, apontado como superior ao passado e ao futuro na letra de Eliakin Rufino. Já em “Viola goiana”, Euterpe renova a parceria com o poeta Gilberto Mendonça Telles, iniciada no CD anterior.

Euterpe também estreia no álbum como letrista, sendo sua a versão para o francês do poema de Odara Rufino “Oiseau noir”, dedicado à pintora mexicana Frida Kahlo, que sempre se manteve otimista apesar dos inúmeros percalços pelos quais passou. Outra homenageada, em “Casa de Cesária”, é a cantora Cesária Évora, de Cabo Verde; na letra, incorporando vocábulos do dialeto crioulo cabo-verdiano como “cretcheu” (pessoa muito querida), Eliakin Rufino descreve a sensação de visitar a casa onde a artista viveu em Mindelo, em março de 2012; Cesária falecera três meses antes.

A sintonia com o mundo é um traço marcante do disco, que consegue ser uma expressão regional sem jamais cair em clichês regionalistas. Mesmo na faixa de abertura, “Sertão das águas” (Milton Nascimento – Ronaldo Bastos), não há apenas bucolismo nas referências a igarapés, matas e seringais; a letra roga que não venha o fogo queimar/ nem trator correr arrastar/ pra que a vida queira pulsar e correr. Milton lançou “Sertão das águas” em seu LP Txai (1990), parcialmente gravado no Acre e em Rondônia. Robertinho Silva, que faz participação especial nesta faixa, também estava presente na gravação original.

Outro traço marcante do CD é o otimismo, seja no samba-exaltação “O Rio é mar”, homenagem ao Rio de Janeiro, seja ao falar de amor em “Alguém” ou na já citada “Coração Campeão” (toda as três de Euterpe e Eliakin Rufino) – nesta, ao amor se soma a liberdade individual (“deixei você com a corda solta/.../deixei você independente”), tema constante na obra poética e musical de Eliakin e que igualmente comparece em “Vagabundo”, poema de Álvares de Azevedo publicado em 1853 e musicado pelo compositor amapaense Naldo Maranhão; nesta faixa, Euterpe realiza uma das melhores interpretações do CD, com destaque para o fraseado quase falado da última estrofe do poema.

Natural de Boa Vista, Roraima, Euterpe começou a cantar aos 11 anos no Coral Canarinhos da Amazônia, participando de três CDs do grupo. De 2003 a 2006, morou em Manaus, sendo destaque na cena musical da cidade. De volta a Boa Vista, venceu diversos festivais e recebeu o Prêmio Produção do Projeto Pixinguinha, que resultou na gravação do primeiro Batida Brasileira (2009). Em 2011, fez turnê de lançamento do disco em todos os estados da Amazônia Legal e no Rio de Janeiro através do circuito SESC Amazônia das Artes. Regularmente apresenta-se em shows e festivais, já tendo dividido o palco com Leila Pinheiro, Eliakin Rufino e Elisa Maia, entre outros.


Batida Brasileira 2 foi gravado nos dias 14 e 15 de outubro de 2013, no estúdio Umuarama, no Rio de Janeiro, com direção musical de Ney Conceição, produção executiva de Jeferson Ghol, e tendo Ricardo Calafate como engenheiro de som. A direção artística coube ao poeta Eliakin Rufino. A ilustração da capa do disco é de Odara Rufino. Três músicos estão presentes em todas as faixas: o baixista Ney Conceição, também autor dos arranjos; o tecladista Luiz Otávio Paixão e o baterista  Lúcio Vieira. Também participaram das gravações: José Arimatéa (trompete), Marlon Caldeira (trombone), Mestrinho (acordeon), Robertinho Silva (percussão) e Victor Lopez (guitarra portuguesa). O disco se destina ao mercado nacional e internacional e tem o patrocínio da empresa Carmen Steffens, viabilizado através da Lei de Incentivo à Cultura do Estado de Roraima.

Links:

- Leia a entrevista de Euterpe ao blog Som do Norte sobre o novo CD - http://bit.ly/1L8nf1q   
- Baixe as faixas do CD no Soundcloud - http://bit.ly/1E1NnJe 

- Ouça o primeiro CD da trilogia Batida Brasileira, de 2009 - http://bit.ly/1A2AQnc 

Transtorninho Records - Lançamento #7 - "Panda Valmont - Social Suicide"‏


Transtorninho Records é um selo formado em Recife por amor ao rock e à produção caseira. Seu  primeiro lançamento de 2015 acontece em conjunto com a Bichano Records, do Rio de Janeiro: Panda Valmont. "Social Suicide" é o primeiro EP do artista, e está disponível para download tanto no bandcamp da Transtorninho quanto da Bichano.

 - por Bichano Records

Uma das coisas mais satisfatórias de tocar um pequeno selo faça você mesmo são as grandes surpresas que aparecem pelo caminho. Surpresas essas que vão desde encontrar sua alma gêmea em outra região do país, até receber mensagem de um guri da tua cidade te apresentando um som incrível que ele fez.

A primeira situação descreve a relação de amor entre a Bichano Records, do Rio de Janeiro, e a Transtorninho Records, de Recife, que por um mexer de pauzinhos do destino, tiveram a oportunidade de tomar uma cerveja em algum boteco de Pernambuco no mês de novembro de 2014.


Já a segunda tem a ver com receber uma mensagem do Panda Valmont, apresentando despretensiosamente um EPzinho que ele havia gravado da forma mais DIY possível, completamente sozinho. Quão grande foi a nossa surpresa ao ouvir um som incrivelmente doce, que muito nos lembrou algo entre Best Coast e nossos camaradas da Laundromaths, do Paraná. Mais tarde o Panda confessou que o EP era algo muito importante na vida dele, representando todo um esforço de deixar coisas ruins pra trás e aceitar uma novo fase em seu caminho.


Ficamos muito felizes que ele tenha dividido esse trabalho conosco, e acreditamos que essa é uma das melhores coisas quando se trata de selos que se propõe a "ser mais": quando tudo isso transpõe a música e acaba se trantando de relações humanas. Seja tomando uma cerveja em Recife ou compartilhando um trabalho tão pessoal quanto é o "Social Suicide" com alguém.

OUÇA NA ÍNTEGRA E BAIXE GRATUITAMENTE



- Panda Valmont:
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- Transtorninhos Records:
Facebook: http://on.fb.me/1EkxpIj
Bandcamp: http://bit.ly/17dTrBI



segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

OUÇA O NOVO DISCO AO VIVO DO CATAVENTO



O quinteto caxiense de noise psicodélico Catavento lançou via Bandcamp uma apresentação completa realizada pela banda na última edição do Festival Manifestasol, na cidade de Caxias do Sul-RS. O lançamento digital conta com 11 faixas, dentre elas três inéditas e duas versões: uma da banda australiana Pond e outra, mais curta, dos americanos do Unknown Mortal Orchestra

O áudio foi captado diretamente da mesa de som, mixado e masterizado por Francisco Maffei (Estúdio Soma), produtor do disco de estreia do grupo, “Lost Youth Against the Rush”. A oitava edição do Manifestasol contou também com shows das bandas Wannabe Jalva (Porto Alegre), My Magical Glowing Lens (Espírito Santo) e os caxienses Dones Primata e Cuscobayo

Além do registro sonoro, o show também foi captado em vídeo por Diego Bordignon e Gabriel Pissaia, editado por Eduardo Panozzo. Assista o vídeo da música “Cactus”, que encerra a apresentação.



SAIBA MAIS SOBRE A BANDA:

Lançamento exclusivo de clipe pela revista Rolling Stone Brasil, boas críticas do jornal O Globo e ótimas resenhas de blogs nacionais e internacionais, incluindo uma turnê realizada de Kombi pelo Brasil. Certamente, o ano de 2014 rendeu aos gaúchos do Catavento um espaço entre os artistas representantes da nova psicodelia brasileira.

O grupo nasceu na cidade de Caxias do Sul/RS, no final de 2011, fazendo um som sincero que cria uma fusão entre a “sujeira” do garage noise rock com os reverbs e melodias esperançosas da psicodelia sessentista. O quinteto formado por Leonardo Rech (guitarra/voz), Leonardo Lucena (guitarra/voz), Eduardo Panozzo (baixo/voz), Lucas Bustince (bateria) e Johhny Boaventura (teclas/voz) lançou seu primeiro álbum em janeiro de 2014, denominado Lost Youth Against The Rush, em CD via Honey Bomb Records, em fita cassete (somente nos EUA) pelo selo Lo-fi by Default e também disponibilizado nos formatos de venda digital e em plataformas de streaming. O disco figurou entre os lançamentos do evento norte americano Casete Store Day 2014, além de aparecer em listas nacionais e internacionais entre os melhores álbuns de 2014: jornal O Globo, Rockinpress, MTV, Guitar Talks, Hype List, Independent Music News e Novo Rock Nacional são alguns dos exemplos.






Gravado e produzido por Francisco Maffei, em seu próprio estúdio, o álbum é composto por 9 faixas. Quatro delas, “Seesaw”, “Moments“, “Fauna Sound” e “Bemeorgetagirl”, são acompanhadas por videoclipes realizados pelo próprio coletivo de produção audiovisual da banda, o NOIA Fremz.

- OUÇA O ÁLBUM "LOST YOUTH AGAINST THE RUSH" - AQUI 
- DÁ O PLAY E OUÇA AS ONZE FAIXAS DE ''LIVE BOOTLEG'' - AQUI 

Contatos:
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Tumblr >> http://bit.ly/1EgLqqj 
Honey Bomb Records:
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Fwd: #PD03 - Double Six Strings ∆ Ed. JK (EP)‏

Foto: Marcela Grunewald

Projeto de caráter lo-fi idealizado/gravado/mixado por Vinícius DIAZ e Nicolas Machado. 

Depois de vários desencontros, o duo resolveu registrar essa amizade da maneira mais sincera possível. Fazendo o que com certeza os uniu, a música. Apresentamos então o #PD03 - Double Six Strings e seu Ed. JK. 

Gravado e mixado em Taubaté entre agosto de 2014 e janeiro de 2015†††

Ficha Técnica:
O Caminho - Compositor: Vinícius Diaz - Arranjos: Nicolas Machado (guitarra) e Vinícius Diaz (violão/backing vocals/synth/guitarra)

San Michel Palace - Compositor: Nicolas Machado - Arranjos: Vinícius Diaz (guitarra) e Nicolas Machado (Guitarra)


21 - Compositor: Nicolas Machado - Letra: Vinícius Diaz - Arranjos: Nicolas Machado (guitarra) e Vinícius Diaz (guitarra/voz/produção) 

Conteúdo LO-FI ††† Escute, Ponha seus Fones d-_-b 

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Pollux e Castor - Estourando em nuvens caóticas de distorções intergaláticas


A Pollux e Castor se formou quando Arnobio Antonio e Danilo Fiotti se conheceram enquanto buscavam músicos com interesse em música alternativa baseada em bandas como Explosions in the Sky, Mogwai e This Will Destroy You. Com a chegada de Raul Teodoro na bateria e Guilherme Novak no baixo a banda se batiza com o nome das duas estrelas gigantes que encabeçam a constelação de gêmeos, pois a proposta da banda é brilhar e crescer como as estrelas e estourar em nuvens caóticas de distorções como as supernovas.


Ao vivo, varias camadas de distorções e ambiências criam o clima de uma banda que flutua em sonoridades que vagam entre shoegaze, hardcore, progressivo e stoner. Elemento que remetem aos Smashing Pumpkins convivem com temas abstratos e melódicos do The Cure e riffs arrastados a lá Black Sabbath. Tudo com uma performance icônica dos integrantes, que explodem e flutuam com sua música.



No fim de 2013 a banda registrou suas primeiras composições em um EP que esta disponível no bandcamp da banda. Atualmente esta preparando um disco cheio para 2015.