segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

reallejo - eletronic project‏


Reallejo - eletronic project. enjoy


Reallejo é o projeto solo do músico mineiro André Geraldo (Garoa e Pássaro Homem) que pesquisa o diálogo entre instrumentos acústicos, eletrônicos, imagens e parafernálias em geral.
Atualmente, se encontra em processo de produção do primeiro álbum “Horta ou Estrada”, repleto de parcerias como Christopher ScullionRicardo GarciaBarulhista, dentre outros e já conta com três músicas liberadas com o cover animado pelo artista visual e grande parceiro NEEMS

Saca um pouco da proposta do cara:







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domingo, 14 de dezembro de 2014

Vamos dar um tempo (EP) Suite Parque


Às vezes, as pessoas precisam dar um tempo. Sucedendo o disco de estréia "Interestellar Radiante", o novo EP da Suite Parque fala sobre isso, mas sob uma perspectiva de nunca pensar em parar. Gravado no Interestellar Lo-fi e no Escritório , “Vamos dar um tempo” traz quatro faixas com o som abafado de costume, revelando a admiração pelos americanos do Flake, banda que é um dos pilares da sonoridade da Transfusão Noise Records. As faixas foram compostas por Evandro Fernandez e Felipe Oliveira, que assumem as guitarras e vocais enquanto Lê Almeida e Felipe Santos cuidam da bateria e baixo, respectivamente.


Com esse lançamento, a Suite Parque entra de férias para que seus integrantes se dediquem a outras empreitadas. Felipe Oliveira está gravando um novo disco de seu projeto solo Gaax, Felipe Santos continua na Trash no Star e Lê Almeida está quase terminando o LP Paraleloplasmosalém de seguir com a Treli Feli Repi paralelamente. Os três e todos os agregados da Transfusão torcem para que Evandro retorne com o Carpete Florido.

TRANSTORNINHO RECORDS - LANÇAMENTO #5 - "LINDBERG HOTEL - LINDBERG HOTEL II"‏


Transtorninho Records é um selo hiperativo, formado em Recife por gente que gosta principalmente de rock, mas também de esquisitices variadas em termos de som e imagem. O quinto e último lançamento do ano de 2014 vem de Curitiba e é um indie rock com fortes influências de shoegaze, pós-punk e sunshine rock.

Lindberg Hotel, projeto de Claudio Romanichen, tem o seu segundo álbum, LindbergHotel II, lançado pela Transtorninho Records, de Recife.
O Lindberg Hotel nasceu em 2008, em Curitiba, quando Claudio Romanichen percebeu que já tinha material o suficiente para gravar um disco e que a tecnologia caseira era uma grande aliada para um trabalho totalmente DIY. Seu primeiro álbum (autointitulado “Lindberg Hotel”) foi produzido e lançado de forma independente e artesanal em janeiro de 2014. Desde 2012, com o acompanhamento do guitarrista Eduardo Ambrosio e usando programações, o Lindberg Hotel fez algumas esporádicas apresentações em Curitiba.
Contendo 10 músicas compostas entre 2009 e 2013, nesse novo trabalho o lado shoegazer é atenuado pela presença de outras (mas não tão novas) influências. A presença de ecos dos anos 60 está mais evidente, novos timbres são explorados e as músicas seguem por caminhos mais variados, sem perder a unidade. Como em seu primeiro disco Claudio gravou os instrumentos e produziu o disco por conta própria, seguindo a mesma linha lo-fi de produção (gravação e mixagem totalmente caseiras), mas deixando a sonoridade se fazer menos crua, porém mais vibrante, com guitarras barulhentas em todo canto.


OUÇA NA ÍNTEGRA E BAIXE GRATUITAMENTE:



Lindberg Hotel
Facebook: http://on.fb.me/1xiCfpC

Transtorninho Records (Recife/PE)


Assista "Poliglota", novo clipe da banda Tagore


Esse ano o cantor recifense Tagore assumiu o formato banda e lançou seu disco de estréia "Movido a Vapor" (Cósmica), elogiado por veículos dos mais diversos e passando por sete (07) estados brasileiros com trinta e quatro (34) shows, a banda finaliza o ano com uma apresentação na próxima terça (16) no Sesc Pompéia no projeto Prata da Casa e lança agora o clipe "Poliglota" que faz parte desse mesmo disco.


O clipe é gravado com um figurinho inspirado no século XVIII e fala sobre a relação de dois corpos e sobre a pluraridade humana como ser e também as diversas facetas do seu comportamento. A música, composta em 2009 foi a semente do projeto "Tagore" onde houve o encontro dos músicos João Felipe Cavalcanti, Caramuru Baumgartner e o próprio Tagore Suassuna.



Movido a Vapor é o disco de estréia de Tagore
Banda de recife mescla The Doors com ritmos regionais



São Paulo, dezembro de 2014 – ‘Movido a Vapor’ é o nome do disco de estreia de Tagore, quinteto pernambucano integrado por Tagore Suassuna (voz e violão), Caramurú Baumgartner (percussão e voz) Julio Castilho (baixo/guitarra/synt), Emerson Calado (bateria) e João Cavalcanti (baixo/guitarra/synth).

Composto por treze (13) faixas, o álbum lançado em agosto de 2014 mescla baião, folk, rock e arranjos psicodélicos, resultando em um som original que agrada os ouvidos e faz a gente batucar os pés e balançar a cabeça.

Algumas das principais referências sonoras do grupo são homenageadas neste trabalho, como Alceu Valença e Tom Zé, que tiveram seus sucessos ‘Morena Tropicana’ e ‘Todos os Olhos’ regravados em ótimas versões.

Não apenas contagiante pelas melodias, ‘Movido a Vapor’ também tem letras inteligentes, que dialogam com diversos aspectos da vida moderna e as peculiaridades do ser humano em meio ao caos.

Uma excelente sátira política, a primeira música de trabalho do álbum, ‘Ilhas Cayman’, teve seu vídeo gravado em Siegen, na Alemanha e no centro de Recife e tem direção de Eduardo Pereira e Micha Rudolph.

O bom humor e a graça da banda é enfatiza na própria capa de ‘Movido a Vapor’ politicamente incorreta, porém cativante, é um retrato do vocalista Tagore Siassuna no dia de seu primeiro aniversário.

Com pouco mais de três anos de carreira, a banda que já lançou singles e um EP, ‘Aldeia’, em 2010, vem se consolidando e sendo destaque no cenário de músicos independentes. É vencedora da edição 2013 do festival PREAMP, conquistou o primeiro lugar no 14º Festcine com o clipe Poliglota e marcou presença no Abril Pro Rock 2013.

Em 2014 realizou 35 shows por sete estados brasileiros: São Paulo, Goias, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Paraná, Pernambuco e Rio de Janeiro.


Por Leonardo Lichote – Crítico Musical, jornal O Globo.


Tagore é um cantor de rock. Tagore é um artista pernambucano que afirma sua origem em cantos insuspeitos ou evidentes de sua música. Tagore é Dylan, é Raul, é Alceu, é Tom (o Zé, não o Jobim, talvez o Yorke mais que o Waits), é Stones, é Sampaio, é Ronnie Von tropicalista, é Doors, é Ave Sangria, é Beatles de "Revolver". Tagore é um cordel ilustrado por Moebius. Tagore é futurista como se era há décadas - steampunk passado não na Europa vitoriana, mas no Recife contemporâneo (com a cabeça na virada dos 1960 para os 1970). Steam=vapor. "Movido a vapor", como crava o título do primeiro álbum do grupo, lançado agora, três anos após o elogiado EP "Aldeia".
Aldeia - a velha história de partir dela para o chegar ao mundo, mais do que isso, de tomá-la como o mundo. Aí começa a história, literalmente. Tagore Suassuna - que já conseguira certa atenção em Recife com sua banda Keith - chamou seu amigo João Felipe Cavalcanti e juntos eles passaram duas semanas isolados numa casa em Aldeia, bairro de Camaragibe (região metropolitana de Recife). Saiu de lá com as músicas do primeiro EP, gravadas esquema lo-tech. A valiosa pedra bruta garantiu a ele lugar em festivais como Abril pro Rock e Coquetel Molotov.
Agora, em "Movido a vapor", ele lapida as ideias e a sonoridade que estavam latentes e evidentes já em "Aldeia". As letras são surpreendentes - de imagens ora delirantes, ora simplesmente de uma originalidade crua - ao mesmo tempo em que soam fáceis, redondas aos ouvidos. "Amor é pura tarde londrina", "Capturar arara é coisa feia, dá cadeia, marginal", "É cadeira cativa entre o sol e a lua/ É Gil e Caetano transando na rua", "Não compro cimento pra cobrir saudade"... Surpresa e sedução - pop, enfim, o do melhor tipo. A sonoridade segue a mesma trilha. Seu classic rock lisérgico, épico e com calor juvenil (de quem, frente ao fim do mundo, diz "deixe de pose", como faz na faixa "2012"), soa novo não por fusões com regionalismos - que existem, mas em doses mínimas, a afirmação de Pernambuco ali é mais sutil que isso -, mas sim porque melodias e arranjos jogam para um lugar único. A regravação de "Todos os olhos", de Tom Zé, e "Morena tropicana", de Alceu, ajuda a entender esse lugar especial do Tagore. Não apenas pelas pistas dadas pelas duas referências, a forma como ambos lidam com invenção e tradição. Isso está ali, mas outra informação se extrai das duas faixas. Da casa dos 20 e poucos onde está, Tagore mostra maturidade para encarar duas músicas que originalmente tiveram registros personalíssimos (uma delas, a de Alceu, um hit de enorme sucesso). Pegou as canções para si de forma rara, confirmando o domínio total sobre esse universo movido a vapor no qual se move.

Tagore Suassuna (voz e violão) - que tem a seu lado João Felipe Cavalcanti (guitarra, synth e baixo)¸ Diego Dornelles (guitarra, synth e baixo), Emerson Calado (bateria, ex-Cordel do Fogo Encantado) e Caramurú Baumgartner (percussão e voz) - agora se prepara para lançar o clipe de "Poliglota". Gravado no castelo de Ricardo Brennand, com roupas de estilo medieval, o filme foi premiado como melhor clipe no FestCine 2013, em Recife.
"Poliglota", aliás, guarda uma das possíveis chaves para se embarcar em "Movido a vapor": "Saiba que o sol sai daqui, que o meu canto é de lá". Boa viagem.

ASSISTA AO CLIPE:



"Poliglota fala o quão animais ainda somos, mesmo com tanta tentativa de polirmos através dos tempos. Não vai ser um terno da Victor Hugo ou qualquer marca, que vai tornar um assassino menos assassino." Tagore Suassuna sobre a música "Poliglota".

Ficha Técnica de "Poliglota":
Gravado no instituto Ricardo Brennand
Dirigido pro Eduardo Pereira e Felipe Falcão 
Filmado por Cabra Quente Produções


Tagore no Sesc Pompéia
Data: Terça, 16 de Dezembro de 2014
Horário: 21 horas
Local: Sesc Pompéia - Rua Clélia, 93 - próx. Metrô Barra Funda
Entrada Fraca


Transtorninho Records - Lançamento #4 - Novampb - disquinhp‏


O disquinhp guardem esse nome, é o álbum de lançamento do novampb. O novampb é o projeto bem noise, bem glitch, meio idm, mais glitch que idm e que sim, tem a ver com música eletrônica, do Smhir Garcia. Por sua vez o Smhir Garcia é um cara gente fina, mas meio transtornado. Coisa de vegetariano.

Resgatando a informação, o nome do álbum é disquinhp. A última letra da palavra saiu errada, mas tu entende o que ela quer dizer e ainda acha divertido o jeito como ela soa. Essa sensação aí que o nome me deu continuou depois que ouvi o disco e é reforçada quando penso em glitch de um jeito bem tacanha, porque na real glitch é experimentação, é explorar o caos até encontrar a sua própria forma, e as músicas do novampb são a administração de um caos bem particular, bem bonito, bem barulhento.

Na progressão das faixas tu pode achar aquilo que tem no 1983 (Flying Lotus) e no Music Has the Right to Children (Boards of Canada), mas perceber que se trata de um disco singular. Por quê? Acho que pela particularidade dos samples. O cara sampleou coisas que gostava de arranjos fodas e arranjos bregas a episódio de desenho, e transformou isso tudo na sua música, dando sua identidade a ela. Meio kitsch. Coisas que são envolvidas por uma sensação de nostalgia e amor imenso. À música, aos amigos, e a Maceió.


O disquinhq é cheio daquelas músicas que eu tenho dificuldade de acompanhar com a cabeça porque o ritmo é inteligente demais e eu sou disléxico. O novampb é transtorninho records, o smhir garcia é cruelty free. entao confere aí e vai regulando o volume pra não perder a cabeça.

My Magical Glowing Lens lança novo vídeo clipe e divulga turnê no sul do Brasil‏


  
My Magical Glowing Lens lança novo vídeo clipe e divulga turnê no sul do Brasil  
  
A banda capixaba de uma pessoa só, My Magical Glowing Lensacaba de soltar na rede seu mais novo clipe para a faixa “Summer Nowhere”. Os responsáveis pela edição, montagem e captação de imagens em VHS são os membros do coletivo audiovisual NOIA Fremz de Caxias do Sul, que em parceria com o selo Honey Bomb Records resolveram “adotar” a banda para seu cast.  
Este já é o segundo vídeo de Gabriela Deptulskiresponsável pelo projeto, que divulga seu primeiro e único EP, 'My Magical Glowing Lens', totalmente gravado num um quarto da própria casa. Lançado em janeiro, o álbum tem quatro faixas com marcante psicodelia que, escutada de olhos fechados, parece diminuir os batimentos cardíacos e incentivar a introflexão. O trabalho ganhou também lançamento físico em fita cassete via Honey Bomb Records com remasterização de Francisco Maffei. My Magical Glowing Lens traz as verves do DIY com o sentimentalismo do Lo-fi. 
A música como um meio de tornar as pessoas mais felizes e de colocar sob um holofote os pequenos detalhes da vida que passam despercebidos. É assim que a menina multinstrumentista gravou todos os instrumentos e masterizou no próprio computador. Um ar de shoegaze, uma leveza de dreampop, um clima de chillwave do espaço. De Colatina, município da região Noroeste do Espírito Santo, Gabriela fez o primeiro show da carreira no dia (29), na Fábrica.Lab Infinitas, em VitóriaDepois, ela seguiu para o Sul do país, onde fez uma turnê com quatro shows, dois em Curitiba e dois em Caxias do Sul. Confira:  
  
05/12 Caxias do Sul RS (Casa Paralela)  
06/12 Caxias do Sul RS (Festival Manifestasol)  
10/12 Curitiba PR (DamaDame)  
11/12 Curitiba PR (Wonka Bar)  
  
  
O QUE DIZEM:  
  • PORTAL G1 ESPÍRITO SANTO (24/11/2014)  
>>> http://glo.bo/16lXqf8     
O álbum, lançado em janeiro, tem quatro faixas com marcante psicodelia que, escutada de olhos fechados, parece diminuir os batimentos cardíacos e incentivar a introflexão.”   
  
  • ESPINAFRANDO – (05/05/2014)  
Improvável ou inusitado. São as palavras que vêm à mente para descrever tudo que envolve o My Magical Glowing Lens.”  
  
  • O ESQUEMA – (31/07/2014)  
Um ar de shoegaze, uma leveza de dreampop, um clima de chillwave do espaço.”  
  
  • TENHO MAIS DISCOS QUE AMIGOS (08/03/2014)  
Seu interessantíssimo EP homônimo e de estreia, que fornece um ambiente sonoro cheio de experimentações, diversas texturas e ótimas ideias.”  
  
Contatos:  
Ouça o EP >> http://bit.ly/1z1UBKA   
Honey Bomb Records:  


Polidoro Discos - Lançamento #2 - "Estteio - Estteio EP"‏


Do grego o de muitos dons, o que muito dá ou distribui - Aliando esse significado, e a filosofia DIY (Do It Yourself - Faça Você Mesmo) - Nasce o mais novo Netlabel brasileiro. A verdade não é absoluta, mande seu material para avaliação!

#PD02 #PD02 #PD02 #PD02 #PD02 #PD02 #PD02 #PD02 #PD02 #PD02 


Nós da Polidoro Discos prezamos muito pela obra original, e é isso que a banda Estteio (Jacareí/São José dos Campos) mostrou, de maneira natural e sincera. Assim, anunciamos nosso lançamento #PD02.

Com membros já conhecidos na atual cena musical Vale Paraibana, o EP homônimo surge da exata junção de Fillipe Annechino (Elisio/ÀBrasa), Rodrigo Leal (Infraaudio), Luis R. Theodoro (Ellite) e Rafael Rodiani (Theres No Face/Vida De Caçador).

Gravado no Estúdio Wasabi por Diego Xavier (ÀBrasa/Sin Ayuda/Chacal) e lançado em parceria com o selo joseense Bigorna Discos, o registro conta com 6 faixas muito bem amarradas que vão te levar diretamente aos 90’s, sem passagem de volta. 



Polidoro Discos: http://bit.ly/1IPCVqf
Polidoro Discos (Facebook): http://on.fb.me/1wPZM1H
Estteio (Facebook): http://on.fb.me/1srJDrY

Jovem Palerosi lança Videoclipe Sou Toda Nanuk (feat Axial)‏


O vídeo foi produzido pelo artista visual Victor Pardinho à partir das imagens de alguns convidados:

Henrique Perigo trabalha com creative coding e utilizou-se da impressão do espectro do áudio e seu escaneamento para criar um vídeo áudio-reativo com o som. Icaro Yuji é pintor e ilustrador de Foz do Iguaçu e sua contribuição ao clipe foi um stop-motion do processo de uma pintura que criou utilizando o som como inspiração. Julian Boledi atua no design gráfico, em vídeo e também com glitch art, e para o vídeo utilizou-se da edição de cenas em Creative-Commons de oceanos e mares. Pedro Piccinini é designer e ilustrador  em Londres, e como responsável pelo projeto gráfico do disco “Mouseen”, cedeu todo seu projeto para ser usado em alguns momentos chaves do clipe. Cada artista ouviu somente um instrumento da música e produziu loops de imagens que depois foram performadas por Victor, que colabora também com Jovem visualmente há algum tempo.

Sou Toda Nanuk é uma releitura do projeto Axial que é a primeira faixa do disco Mouseen.
Segue abaixo o vídeo.

 

Chimi Churris lança novo EP


Foto: Gênova Wisniewski  

O primeiro lançamento da Lezma Records traz o passo mais longo dos porto-alegrenses do Chimi Churris - ENTROPIA. Os mantras estão energizados, e a procura por outros lugares de existência é potencializada por novas possibilidades de exercício da percepção. Os barulhos que chegam são irreversíveis na sua eterna mutação, distorcidos pela associação entre criar e pensar. A atmosfera não é resultado, é o meio que vive em um eterno diálogo entre o real e o imaginável.

O EP intitulado Entropia, traz três músicas e foi gravado nas tardes de setembro de 2014 no estúdio do Mario Nelson na Zona Sul de Porto Alegre, e no apartamento do vocalista e compositor da banda Mário Arruda. Arte da capa: Chimi Churris e Diego Gerlach.

Entropia já pode ser ouvido no site da Revista Noize e abaixo você vê o clipe recém-lançado da música Hash.



O lançamento oficial aconteceu no dia 29 de novembro na FESXZTA IBUZCADA em Porto Alegre.  Na festa também rolou o lançamento da primeira edição do LÉZ, publicação colaborativa de arte contemporânea do selo Lezma Records. 

Soundcloud: http://bit.ly/1GAI7u8
Lezma Records: http://on.fb.me/1DuvAMv

Transtorninho Records - Lançamento #3 - "DIAZ - Nuances Bizarras Sobre Condições Adversas"‏


Vinícius Dias já havia deixado claro qual era a sua intenção na primeira passagem pelo Primavera: LEIA AQUI, e nas primeiras amostras do DIAZ, projeto solo do taubateano, ex-guitarrista da Sin Ayuda. Com dois EP's e um single na bagagem, DIAZ cresceu e lançou seu primeiro disco cheio. Nuances Bizarras Sobre Condições Adversas tem oito músicas que passeiam entre o folk e o rock psicodélico, tudo em um envólucro lo-fi, do-it-yourself mesmo.

O disco é autoexplicativo. A intenção aqui não é montar as músicas da maneira que mais agrade, é agradar a si próprio e lançar um disco sincero, mesmo que isso seja negar estruturas e conceitos. O pecado do Nuances é ser tão curto, mas, como diz a única frase de "Delta Pi e... chamemos de MANTRA", "Mas as coisas não são como queremos".

Lançado em parceria com os recém-criados Polidoro Discos, de São Paulo, e Transtorninho Records, do Recife, e com projeto gráfico do designer meso recifense meso canadense Thiago Couceiro, Nuances Bizarras Sobre Condições Adversas é um disco para ouvir no auge daquele momento em que se precisa de algo para lombrar. E, como Vinícius diria:
Por que?
Pedir
O que?
Sonhar
Então
Se foda
Você ou eu
Estenda a mão,
Abra a cabeça
Por que?