terça-feira, 30 de setembro de 2014

DesReal - Onde vão vocês nessa corrida


DesReal apresenta mais uma novidade em formato audiovisual. Trata-se do vídeo da música ''Vida Terráquea'' com a participação de Lia Marques, na Pico Sessions, promovido pelo Coletivo Enxada.
O vídeo foi gravado em um pico secreto em Taubaté,  muito bem planejado dentro de uma tapera e ao vivo.

Formado por Mario Gascó (Sitar, Bateria e Voz) e Lucas Mercial (Violão, Guitarra e Programação), DesReal trabalha com vertentes pautadas no rock, percorrendo a psicodelia com batidas marcantes, levado pelo som ancestral do sitar.

O duo cria em parceria com artistas do Vale do paraíba e da cidade de São Paulo. Entre eles Rita Oliva (Cabana Café), Negão dos Santos (Grupo Paranga) e Lia Marques. Essa fusão improvável - e quase contraditória - resulta em uma sonoridade única, constantemente enriquecida pelas nuances deste vasto espectro cultural.

Em seu trabalho de estreia, a dupla apresenta D-evolução. Composto por quatro faixas interligadas, o mini álbum conduz o público a uma viagem sonora através da trajetória da vida na terra. Começando com o seu surgimento subaquático - na enérgica ''Subvida'' -, passando pela transição do ambiente terrestre, em ''Vida Terrena''. Já na dançante ''Vida Terráquea'', o surgimento da espécie humana vem na voz de Lia Marques. E, para finalizar, a setentista ''D-evolução (Hiper-hipoteótico)'' - interpretada por Rita Oliva. Nesse ponto, ao nos depararmos com a incerteza do que nos espera como espécie, somos convidados a tecer um questionamento hipotético: o Darwinismo, que explica nosso caminho evolutivo até os dias atuais, ainda se aplica à raça humana da mesma forma que aplicou-se aos outros seres vivos?

Pico Sessions são curtos episódios de uma web série produzida pelo Coletivo Enxada. Nele, novos talentos do Vale, sejam das artes ou dos esportes, mostram parte de seu trabalho e história. Encerando a primeira temporada, a dupla taubateana DesReal se junta a Lia Marques numa sessão musical ao vivo da faixa Vida Terráquea, gravada dentro de uma tapera numa região distante de Taubaté.

Abaixo você confere essa nova obra bem articulada do duo DesReal.

  


Ouça/baixe D-evolução AQUI
Linkshttps://www.facebook.com/desrealbr
           http://desreal.bandcamp.com/releases


sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Nasceu o novo trabalho do ruido/mm e ele já chegou gritando alto


É saiu o novo disco da banda curitibana ruido/mm e ele já nasceu grande e cheio de mimos, o novo rebento se chama Rasura e apresenta 8 faixas do mais puro e delicioso post-rock. A banda segue na linha dos trabalhos anteriores mas com um ar de maturidade e as mesmas escalas ruidosas agora com uma duplicata nas guitarras e melodias que deixam qualquer admirador do gênero com água na boca.

Rasura foi gravado e mixado no estúdio Click Audioworks em curitiba, no primeiro semestre de 2014 e masterizado por Mark Kramer.
O disco pode ser baixado gratuitamente via Sinewave: http://sinewave.com.br/2014/09/ruidomm-rasura-2014/


Site:http://www.ruidomm.com/
Youtubehttps://www.youtube.com/user/ruidomm
Twitterhttps://twitter.com/ruidomm
Soundcloudhttps://soundcloud.com/ruidopormilimetro
Bandcamp:http://ruidopormilimetro.bandcamp.com/

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Câmera - Mountain Tops já tem single e data de lançamento


Câmera é uma banda que chama atenção pelo aprimoramento do seu som e exatidão de cada letra - para bom entendedor ou não - O que importa é a nostalgia e delicadeza de um estilo que não se ouve tanto pelo Brasil. Embalados por doses maciças de psicodelismo e melancolia juvenil, a banda lança o single, ''Lost Cause, I Surrender!'', primeiro registro do novo álbum intitulado, ''Mountain Tops''.

O novo disco foi produzido por Euler Teixeira e a própria banda e tem  previsão de lançamento para 15 de outubro via Balaclava Records. A banda inclusive já tem uma mini-turnê engatilhada para divulgação do disco por São Paulo e Minas Gerais. Saca então esse som de puro garbo, delicadeza anos 90 e um teaser excitante.




Mad Sheep: Power Trio lança single do primeiro álbum


Rock rasteiro, cru, com riffs marcantes e influências de Black Sabbath, Led Zeppelin, Hellacopters, MC5, entre outros. Do Cavern Club ao CBGB passando por Seattle e pelo Haacienda em Manchester.
A Mad Sheep é um power trio que toca rock: essa é a melhor definição.
Formada no inicio de 2013, a banda sempre buscou fazer seu próprio som, ensaiou em algumas garagens, fez shows pela Serra Gaúcha e no inverno de 2014 registrou as músicas que farão parte do primeiro álbum, intitulado ''You're Not So Rock 'N' Roll'', com previsão de lançamento para outubro.

 

Formação:
Mateus Brites: Guitarra/Vocal
Luciano Marin: Baixo
Giovani Comin: Bateria

Links:
https://www.facebook.com/madsheepband
http://madsheep.tnb.art.br/

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Lê Almeida: Som novo com a pegada suja de sempre


Guitarras altas e saturadas podem soar deslocadas junto com melodias pop, mas não para o carioca Lê Almeida. Lê grava seus discos de modo caseiro e distribui via Transfusão Noise Records, gravadora que fundou  no inicio de 2004 e que produz grande parte dos discos e toca em algumas bandas, alem de trabalhar com colagens e projetos gráficos em diversas capas. O músico e produtor liberou na rede o primeiro single do seu próximo disco intitulado, Paraleloplasmos. Ouça abaixo ''Céu do Quintal'', uma sujeira honesta e delirante.




Ficou curioso? Saca o trabalho do cara nos links fornecidos.

http://transfusaonoiserecords.bandcamp.com/
http://lealmeida.bandcamp.com/

Ouça ''Cromaqui'', a primeira faixa do novo disco da ruido/mm


Estamos na hora final para mais um belo disco da ruido/mm. Exatamente, falo com a certeza absoluta de um grande fã dessa banda maniaca e depravada nos arranjos. Mas enquanto esse encontro tão aguardado não acontece, a banda liberou a primeira faixa do novo disco chamada, Cromaqui.
Só nos resta ouvir e ficar na espera desse novo trabalho que promete.

domingo, 14 de setembro de 2014

Power trio garageiro com pegada moderna


Se no meio de uma [Jam] entre três caras de gostos musicais bem variados você perguntar como se define esse som que está saindo pelos falantes, é muito provável que a resposta seja tão extensa quanto o caminho que a música percorreu  entre Jimi Hendrix e Black Keys, ou como colocar em uma mesma sentença The Rolling Stones e Grizzly Bear passando por música eletrônica e Franz Ferdinand. Assim também seria a resposta ao se tentar definir a Bit Beat Bite Bright, uma banda de Sorocaba que ainda está descobrindo o que vai ser a cada nova música criada enquanto devora toda fagulha de novidade da música moderna para tentar contar o que já aprendeu em suas letras. Música para pensar, música para gritar, música para dançar.
 

Descubrahttp://bitbeat.com.br/
               

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Confira mais um single do Tonto


 E o Tonto divulgou mais uma faixa do seu disco de estreia, que será lançado ainda esse ano.
A nova música se chama ''Distração''. Saca logo esse novo soneto popular.
 

Entrevista - Katty Winne


Katty Winne é uma artista alagoana, que faz um som meteórico com influências de My Bloody Valentine, Best Coast, Weezer, Sonic Youth, Slowdive, Pixies, Nirvana, Hole e um labirinto de referências. A moça de olhar tímido, faz um barulho de respeito, qualidade, forte e doce. Tudo combinando com uma estrutura melódica e uma pegada de Shoegaze, Dream Pop e estética Lo-fi.
Ao lado dos amigos Márcio Junior (Guitarra), Iran Félix (Baixo) e Junior Pinheiro (Bateria), Katty Winne prepara o aguardado lançamento do disco ''Shadows of the Moon''.

 

A Katty Winne (Pessoa) começou na música quando e como?

Comecei na música pequenina, sempre adorei cantar e fingir que tocava para o público. O triste mesmo é que só fui ter contato com uma guitarra aos 18/19 anos. Aprendi sozinha e acho que sempre foi algo no sangue. Meu pai é músico e cresci ouvindo música de boa qualidade, boa parte da infância por causa do meu pai. Na adolescência eu era apaixonada por MTV e nessa fase de quase adulta, eu conheci muita gente envolvida com bandas boas e com um universo musical parecido com o meu. Toquei em algumas bandas, montei projeto solo (que rendeu a banda Katty Winne), toquei em bailinhos de igreja, toquei em festas underground, toquei na igreja por muitos anos, me vejo envolvida com música desde que nasci.


Como rola a cena independente alagoana? Quais as bandas você indica para o blog?

A cena anda melhor de que nunca! Estamos vivendo um momento muito bom aqui. O que antes era palco de bandas de Metal e Hardcore, hoje em dia é palco de bandas Indie, Pop, Rock' n' Roll em geral. O momento é propicio para quem quer mostrar seu projeto, tem alguns coletivos tomando conta dos eventos, tem movimentos voltados pra divulgação e comunicação entre bandas, tem gente trabalhando voluntariamente pra fazer a coisa acontecer, estamos em um momento realmente maravilhoso. Aqui em Alagoas tem tanta banda boa que eu adoraria que o mundo conhecesse! Tem a Necro, que é uma das bandas mais legais que eu conheço - banda de Hard Rock e tal - com uma mina na guitarra e um show que deixa você hipnotizado. Tem a Baztian que faz um som Emo/Grunge, mas emo tipo antigão, algo meio Real Emo. Tem a Flowed, que é uma banda de grunge pauleira. A banda Pormenores, que é do interior de alagoas e os caras fazem um som com ótimas influências e uma pegada única.


Como você percebe a música independente brasileira hoje em dia? Quais os erros e acertos? É um cenário que se sustenta?

É um cenário que vem crescendo bastante, tanto em quantidade como em qualidade. Existem bandas muito boas, e há lugares mais desenvolvidos (como Natal - RN) onde a possibilidade da cena crescer é maior, e lugares ainda se organizando. É um cenário que se sustenta, mas que precisa de um esforço de todos os envolvidos para criar mercado. É basicamente uma troca entre as bandas e produtores, você não consegue tocar em outros lugares só por querer, é preciso haver contato com o pessoal que organiza e faz acontecer. O público é um resultado desse intercâmbio. O ponto negativo do cenário independente é que temos o risco de encontrar um público reduzido, o equipamento sonoro pode não ser tão bom o suficiente para uma boa apresentação, o investimento pode não sair como o planejado, no final das contas, você vai mesmo para fazer seu nome.


Existe relevância nesse mercado?

Comercialmente, sim. Tem banda que foi gravar com boas gravadoras, que fez show em outros paises e tem conseguido um espaço bacana para tocar. Artisticamente, tem também. Poque há essa possibilidade de parceria, há bandas de todos os estilos e é possível sempre encontrar uma sonoridade cada vez mais adequada ao gosto de cada público.


Muita gente acha que por ser independente, gravar um disco é fácil. Qual sua opinião sobre essa questão?

Não é. Falo por experiência própria. Pesa muito a disponibilidade financeira dos membros, a ajuda de parceiros, tudo isso interfere num prazo, por mais que você crie um cronograma. É preciso buscar melhores equipamentos, saber fazer a produção de si mesmo, a não ser que a banda consiga pagar seus produtores. O dinheiro chega a ter uma função importante, no sentido da rapidez da gravação de um disco. É preciso haver todo um planejamento, no final das contas.


Sobre seu novo disco, ''Shadows of the Moon'', era pra ter sido lançado em 2013. Qual o motivo do atraso?

O motivo do atraso foi basicamente a demora para a aquisição de melhores equipamentos de gravação. O equipamento que tínhamos é o que foi usado na gravação de Molly Gun. São equipamentos limitados, e que para o nosso álbum nós queremos algo menos lo-fi e de uma qualidade superior ao EP Molly Gun, principalmente por se tratar de um disco ''cheio''.


Ouvindo os singles do novo disco, percebe-se uma sonoridade alternando Shoegaze, Grunge e Lo-fi. Essa será a tônica de todas as faixas?

Não. A nossa banda, desde o inicio, nunca pode ser definida à um só estilo. Antes, em Molly Gun, eu criei a ideia geral de sonoridade. Hoje, todos da banda participam das composições, temos bandas em comum que gostamos, mas também temos gostos específicos. Se antes já tínhamos essa variação de gênero, hoje temos mais ainda. No álbum, tivemos influências de Pixies, Weezer, Sonic Youth, Pink Floyd, Silversun Pickups, além do Dream Pop, Grunge e Shoegaze de sempre.



Qual a diferença de Molly Gun para Shadows of the Moon?

Antes de tudo, a qualidade. Depois, a composição, que agora está sendo feita por todos. A banda está bem mais madura, mais segura e mais planejada.


Você lançou ''Sweetheart'' como seu primeiro videoclipe? Como foi a escolha dessa música?

Sim. Tínhamos lançado About a Boy antes. Depois de um tempo, por estarmos sumidos da rede, decidimos gravar uma música que firmasse a diferença sonora e filmamos algo que tivesse a ver com Alagoas. Surgiu ''Sweetheart'', uma música Dream Pop com pegada mais praieira. Gravamos tudo independente com amigos, muito espontâneo, com cenas de uma praia de Maceió. Acabamos por unir o útil ao agradável, e o resultado foi aquele.



O que você tem ouvido e o que acabou servindo como referência para a construção do novo disco? Como se deu a etapa de composição e criação das melodias?

Basicamente, o que quase sempre costumamos ouvir: Slowdive, My Bloody Valentine, Silversun Pickups, Pink Floyd, Yuck, Nirvana, Deerhunter, Weezer, Sonic Youth, Pixies, Seapony, Best Coast, Beach Fossils. Existiram varias etapas, gravações, pausas e composições que surgiram no meio do processo, quando já parecia estar definido. Inicialmente, costumamos compor as músicas nos violões e depois repassamos para o nosso guitarrista e produtor, que cria uma demo com as músicas e passa para nós, onde criamos os arranjos e definimos o som final à ser gravado em estúdio.


Você tem planos de regravar o primeiro EP, ''Super Universe''?

Não. As músicas que deveríamos reaproveitar já foram, como ''Universe''. Super Universe foi um EP criado de maneira inexperiente ainda, com programas simples e captação mito caseira, as letras eram meio adolescentes e não há a intenção, por enquanto, de ter esse projeto de regravação em mente.


Fale sobre o Lemonoise Folkpie?

O Lemonoise Folkpie é a minha necessidade de ter um projeto folk, porque há muito eu sou apaixonada por folk, artistas como Johnny Cash, Bob Dylan, Joni Mitchell, Neil Young, Neko Case... Desde 2010, quando comecei a fazer música, eu tive algumas composições nessa linha. O Lemonoise não é uma banda formada, mas uma parceria entre outros artistas, como uma gravação com Arthur Azoubel, da Team.Radio, na faixa ''Dual''.



Vamos falar das letras, cantar em inglês é mais confortável pelo som que você faz? Ainda existe uma barreira do público com o idioma?

Ainda tem gente com preconceitos, mas nossa banda na verdade é voltada para fazer músicas internacionais. Não fazemos músicas nos moldes brasileiros, ainda que ''Hidrometeoro'', que é uma música em português, consideramos também ser confortável cantarmos em inglês.


E sobre o que falam as letras? São autobiográficas?

A grande maioria é autobiográfica. Falam sobre experiências passadas e presentes, e sobre coisas que almejamos no futuro.


Para quando está previsto o lançamento do disco?

Nossa intenção é lançar o álbum ainda esse ano.


Quais os planos para a divulgação do disco, shows e etc etc?

Temos muitos parceiros que desde o inicio estão com a gente e que aguardam o lançamento do álbum. Também estamos planejando fazer turnê em 2015 para rodar o Brasil e em alguns países já temos contatos.



Links:
 http://winnelofi.wix.com/kattywinne         
 https://twitter.com/winnesunshine       
 https://www.facebook.com/kattywinnerock       
 https://www.youtube.com/user/kattywinneband       
 https://soundcloud.com/kattywinne
 
Lemonoise Folkpie:

           
         

domingo, 7 de setembro de 2014

Go Spllash lança videoclipe de ''Voodoo Friday''


Letras evocativas e beats com um sabor de eletrônico tropical misturando a música jamaicana, 80's break beat, vídeo game noises e rock vão fazer você ficar, literalmente, ''High on Sound''. É com todo esse potencial musical que a Go Spllash faz as cabeças rodarem e se perderem em um turbilhão de emoções e climas.

''Pulamos de cabeça numa jornada totalmente inesperada, que acabou nos guiando para um universo bem diferente. Essa nova visão nos levou a lugares onde ainda não tínhamos visitados antes''

Com toda essa mistura de influências, a banda está terminando seu primeiro álbum, uma verdadeira explosão de amor e ritmos chamado, ''Music Station''.
Confira o Videoclipe do primeiro single do disco, ''Voodoo Friday''.

 



Eduardo Barretto - Músico gaúcho lança single ''O Bárbaro''


Eduardo Barretto nasceu em São Paulo, mas é gaúcho de criação. Tocou baixo em diversos grupos emblemáticos da tradicional cena roqueira gaúcha até que, em busca de novos ares, deixou Porto Alegre e fixou residência na capital paulista. Neste novo projeto utiliza, pela primeira vez, a própria voz para dar contorno às suas histórias, aventurando-se além das quatro cordas.


O single ''O Bárbaro'' retrata poeticamente a necessidade de intervir - muitas vezes violentamente - diante da inconveniência alheia,  revelando a beleza sublime escondida na selvageria de um acerto de contas. A faixa, produzida por Filipe Consolini, anuncia o EP de estreia que será lançado ainda neste semestre pelo selo paulista Mono. Tune Records.
 

Download:http://www.eduardobarretto.com/

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Ouça - Maquinas




Surgido no ano de 2013 em Fortaleza, Ceará, o Maquinas é uma banda que se baseia na sonoridade de dissonâncias sonoras, noise e uma carga introspectiva influenciada diretamente por estilos como o rock lo-fi 90's, o shoegaze, o slowcore e o post-rock. Juntando a ideologia DIY e as letras cantadas em português, o Maquinas transmite sua música em forma de barulhos, ruídos, atmosferas de reverb e distorções de Big-Muff's e HM-2's ao longo das três faixas de seu EP autointitulado.

Ouça: 


Maquinas é:
Allan Dias - (Baixo/Voz)
Roberto Borges - (Guitarra/Voz)
Eric Catunda - (Guitarra/Voz)
Tomás Dahas - (Bateria)

Download AQUI

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Catavento divulga datas de sua primeira turnê pelo Brasil


O quinteto, formado em 2011, se prepara para fazer seus primeiros shows fora do estado do Rio Grande do Sul, viajando alguns quilômetros de Kombi por cidades como Goiânia (Festival Vaca Amarela), Brasilia (Garimpo Musical), São Paulo (Noites Café com Leche) e Curitiba. Serão mais de 1700 km percorridos somente na viagem de ida, que sairá de Caxias do Sul rumo a Goiânia, onde se apresentam num dos festivais mais consolidados do pai, o Vaca Amarela. Confira abaixo as demais datas da banda:

12/09 - Goiânia-GO @ Festival Vaca Amarela
14/09 - Brasilia-DF @ Garimpo Musical
16/09 - São Paulo-SP @ Noites Café com Leche - Da Leoni Bar
17/09 - São Paulo-SP @Gravação da Monkey Session
18/09 - Curitiba-PR @Wonka Bar
19/09 - Curitiba-PR @ RE: (sessão acústica)

 




A Catavento foi formada por Leonardo Rech (Guitarra/Voz), Leonardo Lucena (Guitarra/Voz), Eduardo Panozzo (Baixo/Voz), Lucas Bustince (Bateria) e Johhny Boaventura (Teclas/Voz) no final de 2011, na cidade de Caxias do Sul/RS. O quinteto faz um som que cria uma fusão entre a ''Sujeira'' do punk rock com os reverbs e melodias esperançosas da psicodelia. Em janeiro de 2014 lançou seu primeiro álbum, denominado ''Lost Youth Against The Rush'', em CD via Honey Bomb Records e em fita cassete (somente nos EUA) pelo selo americano Lo-fi by Defaut, figurando entre os lançamentos do Casete Store Day 2014, além dos formatos digitais no ITunes e em outras plataformas de streaming.

O disco foi gravado e produzido por Francisco Maffei, em seu próprio estúdio e é composto por 9 faixas. Três delas, ''Seesaw'', ''Moments'' e ''Fauna Sound'', são acompanhadas por videoclipes realizados pela produtora de vídeo da banda, a Noia Fremz. O grande rock noise psicodélico da Catavento já rendeu boas resenhas em sites e blogs especializados em música independente nacionais e internacionais. O jornal O Globo, por exemplo, listou a banda entre uma das representantes da nova psicodelia brasileira, junto a bandas como Boogarins.   








Para definir melhor sua obra, a banda disponibilizou seu próprio texto:

''Vivemos em uma tempestade de areia, onde as quatro estações vêm todos os dias. Tentamos encontrar o caminho certo, mas tudo o que podemos ver é um monte de caminhos diferentes. Estamos certos e errados ao mesmo momento. Nós somos crianças e adultos ao mesmo tempo. Nós arranhamos e beijamos a mesma pele. Gostamos de viver. Vivemos para o amor. Bem-vindo à selva e que o sol abençoe a todos''.



Facebookhttps://www.facebook.com/lostyouthagainsttherush
Tumblrhttp://muitohipster.tumblr.com/

Honey Bomb Recordshttps://www.facebook.com/honeybombrecords
                                    https://soundcloud.com/honeybombrecords


terça-feira, 2 de setembro de 2014

Saiu o primeiro disco da Duplodeck

''Verões'' É o primeiro disco cheio da banda mineira, Duplodeck. O disco foi produzido por Ciro Madd e lançado pela gravadora, Pug Records. Com 8 faixas, o trabalho mostra uma maturidade sonora alcançada pela banda que de nada lembra o primeiro EP lançado em 2011.

Download grátis em: http://duplodeck.bandcamp.com/


''Definitely Maybe'' Ganha tributo com 17 bandas

''Live Forever'' É um registro musical que presta homenagem aos 20 anos do álbum ''Definitely Maybe'', do Oasis, reúne 17 bandas e artistas de diferentes partes do Brasil e do mundo, interpretando e desconstruindo as 11 faixas do disco de estréia da banda inglesa e explorando suas famosas b-sides lançadas naquela era.

Do piano ao punk, passando pelo rock de garagem, psicodélico ou shoegaze, ''Live Forever'' trabalha em cima da qualidade de cada música e tem como principal intenção mostrar como cada faixa do lendário álbum do Oasis tem vida própria, mesmo fugindo de suas estruturas originais.
Integram o Tributo artistas como: The Baggios, Phillip Long, Cambriana, Veronica Kills, Single Parents, entre outros. Abaixo, o Streaming de cada faixa.
 

Mar de Marte - Trio gaúcho disponibiliza o primeiro single do seu novo disco (live session)


Mar de Marte é um trio instrumental que faz música tão naturalmente como se respira, com um show poético, psicodélico e eletrizante. Em 2011 lançaram o primeiro EP com 4 músicas, totalmente independente e iniciaram a primeira tour pelo estado do RS. Desde então a banda passou praticamente na estrada, também tocando em diversos festivais como Morrostock (Sapiranga), Acid Rock (Entre Ijuis), Fest Malta (Sobradinho) e Pira Rural (Ibarama).

''Oceano de Urano'' é uma extensão do ambiente musical concebido pela banda, som aprimorado, naturalmente denso e carregado por arranjos que se equilibram em uma perfeita sincronia poética. A sonoridade da faixa revela algumas possibilidades que poderemos encontrar nesse Mar de Marte.
O single ''Oceano de Urano'', além de um vídeo, ganhou uma tour que começa em outubro, e que antecede o primeiro disco da banda, com previsão de lançamento no primeiro semestre de 2015 pelo selo independente, The Southern Crown.

  

True Voices lança clipe para seu single ''Wish''


True Voices é uma banda de Sorocaba (SP), formada em 2011 por Bera (vocal), Karloz (guitarra), Dougrass (contrabaixo) e BTQ Beats (bateria), o quarteto une o melhor do Indie com o Stone. Este último, mais evidente nas composições do grupo. Após 3 anos caminhando e conquistando seu espaço no cenário rock da cidade, com o lançamento de singles como ''Rise'' e ''Peaces of Sadness'', e também o clipe de ''Bring My Baby'', a banda traz agora, um som mais maduro que mostra de vez a cara da banda com sua sonoridade energética, simples e direta.

Sobre a música ''WISH''
''Quem é você? Entre as distorções e transformações, o individuo ainda é o que realmente importa, o que realmente resta. Sobre os valores não há preço que pague. Seja ''True'' na sua vida vale a pena!''

Ou esse pequeno trecho revelador
''Você não é o que recebe no trabalho/Você não é o carro que dirige/Você não é a porra dos seus tablets/Você não é o conteúdo de sua carteira/Quanto vale a sua vida.''

Assim como o clipe de ''Bring My Baby'', ''Wish'' também é de produção simples e direta. Apostamos na boa ideia de baixo custo, o que remete um pouco a letra da música que é uma pequena critica ao consumismo, e à necessidade de sermos o que temos.

    

Mais informaçõeshttps://soundcloud.com/TrueVoicesRock
                               https://twitter.com/TrueVoicesRock
                               https://www.youtube.com/user/TrueVoicesRock
                               https://www.facebook.com/TrueVoicesRock



segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Rasura Ruidoda com RUIDO/MM

Depois de lançar ''Introdução à Cortina do Sótão'', terceiro disco de sua carreira lançado em 2011, a banda curitibana ruido/mm prepara o seu quarto disco que deve ser lançado oficialmente dia 27 de setembro. A banda é uma das mais criativas e ruidosas do cenário instrumental nacional, apresentando em cada álbum lançado um caminho de ideias e sensações fortes e totalmente criativas.
Confira o Teaser do próximo álbum da ruido/mm e fique imaginando cada faixa..
 






Linkshttp://ruidopormilimetro.bandcamp.com/
          https://www.youtube.com/user/ruidomm
          https://twitter.com/ruidomm
          http://sinewave.com.br/2011/09/ruidomm-introducao-a-cortina-do-sotao-2011/
          http://www.ruidopormilimetro.com/
          https://www.facebook.com/ruidomm?fref=ts

Justine Never Knew The Rules - Beautiful noise

Depois de muitos ''Acidentes'', enfim saiu o tão aguardado primeiro EP dos sorocabanos da Justine Never Knew The Rules. Autointitulado, o EP conta com 3 faixas recheadas de guitarras noise e uma atmosfera de psicodelia bem aos moldes de Tame Impala. As influências do trio, Bruno Fontes, Marcel Marques e Mauricio Barros, vão de The Jesus and Mary Chain, passando por Beatles, Slowdive, Ride, Velvet Underground e Why.


Sobre o formato do som da banda:

''Qualquer um consegue ouvir, agora curtir já é outro assunto. Gostar talvez não, até porque para muitos pode soar meio estranho, mas também acreditamos que algumas pessoas que não tenham interesse nesse tipo de som possam se identificar. Nós não temos um som sempre pesado, algumas músicas são mais leves, que chamam mais a atenção das pessoas. Não pensamos muito em quem queremos atingir com nossa música, nós queremos nos divertir, fazer algo que nós gostamos e tentamos ser honestos com nós mesmos, não pensamos em fazer música para agradar algumas pessoas em particular é tudo bem natural, além do mais, as nossas músicas é um reflexo das coisas que nós vivemos e ouvimos e, sem querer, algumas coisas podem refletir no nosso som, então em algum momento pode até ser que uma música ou outra se pareça com alguma banda , mas encaramos isso como algo normal''. - JNKTR 
  

Linkshttps://soundcloud.com/justineneverknewtherules
          https://www.facebook.com/JustineNeverKnewTheRules
          http://justineneverknewtherules.tnb.art.br/