segunda-feira, 30 de junho de 2014

Garotas Suecas Lança Feras Miticas em Vinil

Formada em 2005 na cidade de São Paulo, o Garotas Suecas condensou suas influências de rock, soul e psicodelia nos EPs Hey, Hey, Hey São os Garotas Suecas (2006), Difícil de Domar (2008) e Dinossauros (2009), exibindo grande vigor de palco até ser indicado ao prêmio Revelação MTV 2009.

Desde o inicio da carreira, a banda investiu na criatividade de seus clipes. ''Difícil de Domar'' rendeu um prêmio na edição de 2008 do Vídeo Music Brasil (VMB), da MTV. Os videos de ''Bugalu'' e ''Codinome Dinamite'' somaram-se à bem-sucedida empreitada audiovisual do grupo.






No ano passado, o Garotas Suecas lançou em formato de single virtual sua versão para ''Bat Macumba'', clássico de Caetano Veloso e Gilberto Gil que saiu na coletânea ''La Onda Vampi'', da Vampi Soul Records, na Espanha, selo responsável por editar Escaldante Banda no velho continente.

Como forma de antecipar Feras Miticas, em junho de 2013 a banda lançou um compacto com versão alternativa de ''Eu Avisei Você'' no lado A e ''New Country'' no lado B.


Shows em países na Europa e América do Norte, experiências e parcerias pelo Brasil e ampliação do público ao redor do mundo: o bumerangue musical do Garotas Suecas foi bem longe para que a banda voltasse mais para si própria em seu segundo disco, Feras Miticas.

Com produção do britânico Nick Graham-Smith, o álbum foi gravado no Pendulum Studio, na capital paulista, e mostra o agora quarteto com uma sonoridade mais sólida, pronta para influenciar gerações.

A nova fase culminou com a saída do vocalista Guilherme Saldanha em março desse ano. O grupo se prepara para relançar Feras Miticas em vinil, através do selo Vampi Soul.
O lançamento será no Sesc Pompeia SP, no dia 17/07, às 21h30.
Garotas Suecas é:
Irina Bertolucci- (Teclados/Voz
Fernando Machado- (Baixo/Voz)
Nico Paoliello- (Bateria/Voz
Tomaz Paoliello- (Guitarra/Voz)

Ouça Feras Miticas e Baixe Gratuitamente AQUI



Silva - Confira o novo vídeo de ''Okinawa'', de Vista Pro Mar.



Gravado em Portugal e mixado em São Francisco, Estados Unidos, ''Vista Pro Mar'' é o segundo disco da carreira de Silva. Com 11 faixas, o álbum tem participação de Fernanda Takai na música ''Okinawa''.

Se antes o clima era intimista e melancólico, agora a sonoridade do novo disco ganhou batidas mais dançantes, que combinam com a origem e proposta de Vista Pro Mar.

'' Logo que lancei ''Claridão'', em outubro de 2012, já comecei a pensar no que seria meu disco seguinte. Eu já convivia com boa parte daquelas músicas havia um bom tempo e, depois de tanto tempo no estúdio, e depois de tantos shows com aquele repertório, eu estava definitivamente instigado a compor e a produzir material novo.

Foi no inicio de 2013, numa viagem de férias com meu irmão Lucas, que surgiu a ideia do titulo ''Vista Pro Mar''. Eu já vinha dividindo com ele que queria fazer um disco mais ensolarado, ''pra cima'', que fosse bom de ouvir ao lado da piscina. E foi exatamente num dia de sol lindo, quando estávamos de molho na piscina com borda infinita do hotel The Perry, em Miami, com sua vista incrível do mar que surgiu a ideia. Eu tirei uma foto; Lucas, ao mesmo tempo, tirou outra praticamente igual. Ele veio até mim, dizendo: ''Acho que o disco tem de se chamar 'Vista Pro Mar'!'' E foi como um estalo. Era isso! Adorei! Era exatamente o que eu queria! E passamos o resto da tarde ali no mesmo lugar, olhando a vista e fazendo mil planos sobre o álbum.

Basicamente é isso: ''Vista Pro Mar'' surgiu numa tarde ensolarada em uma piscina - como se fosse um caso de amor adolescente, daqueles que nos rende uma ano de dor de cabeça criativa... E terminar um disco é como reencontrar aquele amor adolescente anos depois, mais velha, mais madura e bonita e pensar: ''Acho que vou chama-lá pra sair''. Lúcio Silva

  

domingo, 29 de junho de 2014

Piracema popular chapada e descompromissada

Clube dos Bagres surgiu em Franca (SP) em 2011, composto por bagres que preferiram trocar a escalada das pedras da franca do imperador, pela sonorização do ambiente de bolhas e hormônios.
Desde o Grunge do pacifico até a brasileirice Tropicália da bahia de guanabana, os bagres respiram da água musical de toda parte com as brânquias a todo vapor nas histórias de outrora.

Os grandes momentos da sonoridade embriagada da banda, estão justamente nos pontos em que eles partem para a exploração de novos tipos de som, de novas experimentações que acabam atingindo sua atmosfera mais divertida e criativa, esquivando-se do amadorismo condensado de sons sonolentos de algumas bandas do gênero.


O Power trio é formado pelo multi-instrumentista Bruno Morabati, Leonardo Fernandes, Gabriel Nascimento e associados. Seu EP de estreia, ''Histórias mal contadas em quase canções'', desenvolve novas formulas e sensações dentro do meio musical. Chega a soar  como um reflexo de anti-música, quase-música, um espaço bastante agradável aos ouvidos e coração.
Clube dos Bagres é um exercício de puro cuidado e sons preciosos.

 

Download do disco AQUI
http://clubedosbagres.bandcamp.com/




sábado, 28 de junho de 2014

Com o pé na influência sessentista da música francesa e a mente na música contemporânea brasileira

Bande Dessinée é uma banda de Recife (PE), o nome da banda tem origem francesa e significa '' Banda Desenhada'', que é história em quadrinhos em francês. O nome mostra um pouco da perspectiva cosmopolita do som da banda, uma banda onde várias linhas e desenhos se juntam e criam uma história em conjunto, característica marcante da dinâmica do grupo.

A sonoridade da banda é fruto da música pop produzida na França nas décadas de 60 e 70 por artistas como France Gall, Serge Gainsbourg e Brigitte Bardot.
Esse interesse surgiu em 2006 e em 2007, Bande Dessinée fez o seu primeiro show com repertório de releituras dessas músicas. O show foi muito bem recebido pelo público e a partir dai começaram a tocar bastante em recife, e chegando até a ir para são paulo com o mesmo repertório.
 Em 2009, começaram a surgir as primeiras composições e a banda foi mesclando o repertório entre releituras e autorais, até que em 2011, lançaram o seu primeiro disco intitulado, Sinée Qua Non, e desde então a banda vem espalhando o vírus da boa música pelo pais e mundo a fora.


Chanteclair É o nome do novo disco que será lançado ainda esse ano e que já lançou o Single ''Perdizes''.
O disco busca uma identidade maior com a música de recife e o pop mundial, o disco Chanteclair faz alusão ao monumento simbolo da boêmia recifense, a partir de um contraponto: ''A estranha relação da cidade com a própria memória e patrimônio''.
''Recife nos instiga pelas suas contradições. Amor e Ódio, Fé e Descrença. Aqui é nosso ponto de partida para pensar o mundo de hoje'' - Bande Dessinée.

A banda segue com foco total na gravação do Chanteclair com quase todas as músicas e algumas já apresentadas em shows para o público.

Bande Dessinée é:
Clarice Mendes-Voz
Thiago Suruagy-Bateria
Miguel Mendes-Contrabaixo
Filipe Barros-Guitarra/Voz
Marcio Oliveira-Trompete
Ed Staudinger-Teclado
  

Uma dádiva dos ninjas

REFORMULADA E COM NOVA BAIXISTA, Quick White Fox ANUNCIA VOLTA AOS PALCOS E NOVOS PROJETOS PARA ESSE ANO.

Uma banda de Curitiba que faz um rock com levada eletrônica com um vocal desajustado e apimentado pelo instrumental insano de sintetizadores e guitarras ninjas.
O som da banda é cheio de mutações eletrônicas com levadas orgânicas  e baixo ''marcadão'' com um apego nos anos 80.

''Quando um foguete preso em suas costas, carregado com um tipo raro de pólvora, se transfere com a energia elétrica proveniente da espada e em pleno ar, se transforma em Quick White Fox''.

A trajetória da QWFox começou em 2011 em curitiba (PR), onde Naomi e Melany que fizeram parte da Subburbia, decidiram montar um novo projeto. QWFox já conquistou seu espaço na música independente e em 2011 lançaram seu primeiro EP, ''Summer Trip''. Com quatro faixas, o disco teve a produção de Jo Mistinguett, nome reconhecido na cena eletrônica de Curitiba.

A banda lançou em março de 2012 seu primeiro Videoclipe: She Said. Quem assina a direção e o roteiro é João Solda (Ojo Filmes), diretor conhecido pelos belos trabalhos com artistas como Lurdes da Luz e Thaide.

2014 prova que as raposas ninjas não pararam no tempo, somente um curto e breve descanso para renovar as energias e seguir em frente. 2014 vai ser o ano da raposa.
Quick White Fox é:
Naomi Sakaguchi-Vocal/Guitarra
Gean Santos-Guitarra/Baixo
Diogo Cesar-Teclado/Backing
Melany Sue-Bateria/Backing
Lis Buck-Baixo






sexta-feira, 27 de junho de 2014

Longe da esquizofrenia garageira

De Joinville (SC) vem a Bela Infanta, banda que faz um shoegaze bem compactado com o Dream Pop e Post-Punk com uma linha anos 80,90 de grupos como My Bloody Valentine, Depeche Mode, The Cure, Joy Division, New Order, The Smiths e outros tantos.

''Bela Infanta é sem dúvida umas das grandes expoentes da música alternativa já surgida em território catarinense e uma das bandas mais impressionantes e criativas dentro da cena independente nacional.
com 3 EPs na bagagem, ''Branco'' de 2009, ''As Vezes Os Pássaros Não Voam Pro Mesmo Lado Do Inverno'' de 2011 e o atual ''Apenas Cinco'' de 2013, o quarteto mostra toda sua força em canções que impressionam tanto nas letras pela tamanha sutileza poética encontrada em cada uma delas, quanto na atmosfera criada pelos quatro integrantes, onde os climas introspectivos impregnados por texturas obscuras regem toda a soundscape inebriante magicamente tecida pela banda''.








A linha instrumental do grupo é renovada e diferente com um clima intimista com teclados intensos, bateria tímida e baixo saturado. O vocal impressiona pela ousadia de catar em português um gênero de música tão fragmentado e por vezes regurgitado em inglês.
Simples fato, isso não é problema para o quarteto e sua música que atravessa um território urbano de melancolias e referências existenciais, agregado de versos sombrios e doces que explodem nos instantes finais de cada faixa.  

Bela Infanta é:
Marcelo Casas-Bateria
Stenio L.de Souza-Baixo
Deivys Joenck-Voz/Teclado
Israel Rolim-Guitarra


   

terça-feira, 24 de junho de 2014

A magia do som DesReal

O Duo DesReal surge com sua atmosfera e sonoridade envolvendo sons indianos, melodia transcendental e música regional. Para conhecer e entender o som dos caras de taubaté, é preciso entrar em outro mundo, mudar os ouvidos, abrir a mente.
Os arranjos propostos em seu miniplay intitulado, ''D-Evolução'', logo de cara causam ma certa estranheza e perplexidade à primeira audição, mas que logo vira puro entusiamo e fascínio.

 
A sonoridade estridente e cheia de zumbidos do sitar acaba atraindo um novo conceito de música que fortemente seduz sem devaneios quem se propõe a ouvir.
D-Evolução nos leva a uma viagem interior através da magia dos sons ancestrais do oriente, misticismo da cultura indiana e brasileira e o conjunto de movimentos e conceitos relacionados às ideias de transmutação de espécies, seleção natural e evolução do darwinismo.
O Projeto DesReal é formado pelos músicos Lucas Mercial (Controlador de Maquinas) e Mario Gascó (Cabana Café). D-Evolução foi gravado, mixado e masterizado por Taian Cavalca Diniz (Cabana Café/Negative Mantras) no Mono Mono Studio.
Participações de: Lia Marques e Negão dos Santos (Grupo Paranga), Rita Oliva e Gustavo Athayde (Cabana Café).


Lucas Mercial- Guitarra/Sinth/Programação
Mario Gascó- Sitar/Bateria/Percussão
       

Um som essencialmente doce

Dom Pedro é mais um dos muito projetos musicais de Filipe Miu que ao lado de Thais Zimmer, apresentam a dom pedro em canções doces, curtas e cheias de belas melodias alinhadas com versos de bolso, cerveja e sorrisos. As músicas do duo são carregadas de diálogos da dupla em versos que se equilibram em meio aos ruídos crescentes, ainda que acolhedores.





O trabalho da dupla abusa da colisão de simples arranjos como um mecanismo de representação, capaz de falar/cantar sobre sentimentos complexos de forma simples, serena e sempre intensa.
Não deixe de ouvir Dom Pedro.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Uma máscara de tigre, um lenço de guerrilha e um sintetizador

Glue Trip é formado pelos músicos paraibanos Lucas Moura e Felipe Augusto. Apostando em um ar de mistério, o duo se esconde atrás de mascaras exóticas e o resultado parece ter dado bons momentos para a dupla. O Glue Trip começou em 2012 com uma sonoridade que mistura MPB, Indie e Eletrônica, emoldurada por letras em inglês e um ar de psicodelia.
O som do duo é um encontro de múltiplas referências de Mutantes, Jorge Ben, Tim Maia, Tame Impala, Washed Out... resultado de muitas ambientações sonoras vividas pelos dois músicos.
 





2013 foi um ano bem produtivo para o Glue Trip e também um ano de testes, onde a dupla lançou seu primeiro registro, o EP Just Trippin e experimentou bastante e criou um caminho a ser traçado para 2014.
Agora estão muito mais organizados e concentrados no projeto.
Para esse ano a dupla espera lançar seu vinil e o seu primeiro e aguardado álbum completo. Ficamos no aguardo de novas viagens de cola.


domingo, 22 de junho de 2014

Eu sinto a nostalgia da imoralidade

Carne Doce é fruto da união do casal goiano, Salma Jô e Macloys Aquino e de suas sensações outonais que beliscam o himen dos anos 70 sem ser cafona ou brega. O que temos nessa carne suculenta é o equilíbrio desajustado de sons e letras que em perfeita sincronia, formam o cordão umbilical do projeto.
 




Carne Doce também é romântico, poético, latente, sexual, quente, envolvente....
Essa união teve inicio quando Salma saiu de sua antiga banda, Galo Power e Macloys da Mersault, bandas da cena autoral goiana. Não se sabe exatamente quando a carne doce teve um inicio, talvez seja osmose, osmose de ideias e amor, vai saber.. Isso pouco importa. Carne Doce é para ser degustado com paciência e muito apetite, cada pedaço deixa um sabor instigante e viciante. Prove ou desaprove!!

 
A banda lançou em 2013 o EP, ''Dos Namorados'' e atualmente trabalha na produção do seu primeiro disco  cheio que deve ser lançado ainda esse ano. Confira um pouco mais do trabalho da Carne Doce.
https://www.facebook.com/carnedoce?fref=ts
https://soundcloud.com/carne-doce
https://www.youtube.com/user/carnedoce
http://carnedoce.com/
https://twitter.com/carnedoce
http://carnedoce.bandcamp.com/

quinta-feira, 19 de junho de 2014

O Rock é imperfeição e a hangovers prova isso com três guitarras e uma bateria para acalmar.

Hangovers começou em 2010 como um power trio infernal com bateria e duas guitarras.
As músicas são instrumentais e caóticas com várias referências ''Grungeiras'', som cru e venenoso.
As influências vão de Sepultura, Motörhead, Melvins, Nirvana e Helmet  EXTREMAMENTE FELIZES SEM BAIXISTA E VOCALISTA.





A banda é formada por Liege Milk- Bateria, Gabriel Martins- Guitarra, Andrio Barbosa- Guitarra e Theo Portalet- Guitarra. Um grunge universitário alcoólico e inconsequente que beira o abismo de tão doido e barulhento.

Hangovers possuem em sua discografia 3 EPs de nomes bem peculiares, ''Academia Brasileira de Tretas'' ''Bebendo Socialmente''- (2010) e ''Hanga In the Sky With Breads- (2013). Agora as tretas continuam e ficaram mais pesadas e o som furioso do quarteto mostra que o som nosso de cada dia está cada vez mais quente e saboroso.

  
   

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Drama Beat por um segundo























Numa atmosfera  meio Gang Of Four, pela simplicidade da capitação, Cristina Tavelin (Guitarra/Voz), Tatiana Yuri (Baixo) e Eduardo Pedroso (Bateria), criam e recriam em cima de camadas densas do Pós-Punk e No Wave, músicas de sonoridade vigorosa, letras niilistas e refrões regozijantes.
A voz de Cristina somada com sua postura, relembra bons momentos de musas como: Danielle Dax, Toyah e Siouxsie Sioux.
 

Drama Beat começou em 2006, tendo como base artistas como: Cream, Grand Funk Railroad, Joy Division, Nick Cave, Killing Joke e Echo And The bunnymen.
Com melodias curtas e vocais abafados e com letras que traduzem um imaginário poético e cru, bem tipico da geração Beat e Dharma Bums.


O trio deixou um disco antes do seu fim, chamado Exist, gravado entre dezembro de 2010 e fevereiro de 2011. Nas mazelas da não existência, seja ela social, individual ou espiritual, o Drama Beat transmite no disco com maestria as nuances de uma mente desértica, em um mundo que pode esfacelar-se no próximo segundo.


Rinoceronte: Revendo os sons possíveis do novo rock

Banda criada em 2007 em Santa Maria (RS), por três rapazes devotos do bom  e velho Rock.
O power trio formado por Paulo Noronha (Voz/Guitarra), Vinicius Brum (Baixo/Voz) e Luiz Henrique (Bateria), tem uma pegada Stoner, Hard e Garagem, em um som que deixa evidente o potencial rock, mas sem abandonar a veia retrô. A banda apresenta um apanhado de delirantes solos movidos a muitos efeitos, batidas fortes, uma bateria tipica de rock e um baixo nervoso embalam as letras que falam sobre vários momentos da vida de qualquer mortal, com metáforas muito bem colocadas.



Possuem dois álbuns de estúdio e um EP homônimo, Rinoceronte sobrevive firme e forte na cena de santa maria e é uma das bandas mais elogiadas no underground nacional.


domingo, 1 de junho de 2014

Ouça: A Volta do Astronauta


Uma banda rara de se ver e ouvir, esse é o elemento principal que se observa ao colocar o play nas canções do grupo. Formada em 2012 por integrantes de peso da calorenta cena autoral belenense - A Volta do Astronauta vem caminhando pelo universo flutuante e emergente do cenário independente nacional.

Depois de lançar alguns singles de maneira independente na rede, o que rendeu uma boa repercussão em rádios locais e alguns bons elogios do público, a banda acaba de lançar seu primeiro disco virtual.
O processo criativo que gira no universo dessas quatro cabeças e composto por belas melodias, letras poéticas e um sentimento de amor e verdade que já vale a audição.
 




Som intenso e adocicado, pegada suave e universo nostálgico.
O álbum de estreia da banda substitui a velha e tradicional urgência pop dos arranjos e vozes por um resultado denso e compacto. O disco faz de cada composição um complemento imediato para a música seguinte, da forma como cada instrumento se comunica em uníssono com os vocais fáceis e a voz doce de Larissa Xavier, que fisga o ouvinte sem dificuldades.
 

A Volta do Astronauta se difere do imaginário indie, onde todo o passado do rock é revisto e reprocessado, tendo como resultado  hinos imediatos para quem gosta de conjuntos perfeitos entre melodias grudentas, boas letras juvenis e um instrumental básico,convincente e chato.
A banda é diferente disso tudo, é urgentemente radiofônica, apresentando uma medida mais doce sem soar comercial. Confira sem medo de ser feliz o som da A Volta do Astronauta.

A Volta do Astronauta é:
Larissa Xavier
Ricardo Maradei
Emanuel Paz
Bruno Oliveira